“Temos de dar oportunidade às palavras.”
Mestre Aurélio (Aurélio Buarque de Holanda Ferreira)
Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 55
“Quando eu, isto é, meus pensamentos, entro em outro homem, não levo comigo necessariamente todo meu ser, mas o que levo de fato é a semente da parte que não estou levando – e se carrego a semente de toda minha essência, carrego a de todo meu ser concreto e potencial. Posso escrever sobre papel e, deste modo, nele imprimir uma parte de meu ser; essa parte de meu ser pode envolver apenas aquilo que tenho em comum com todos os homens e, neste caso, eu deveria ter levado comigo a alma da raça, mas não minha alma individual para a palavra ali escrita.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 591 – Página: 310
“Outro fato familiar é que percebemos, ou parecemos perceber, certos objetos diversamente daquilo que realmente são, acomodando-os à sua intenção manifesta. Os revisores de provas recebem altos salários porque as pessoas comuns deixam de ver erros, de imprensa, uma vez que seus olhos os corrigem.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 185 – Página: 228
“(…) embora a infeliz ilegibilidade de uma única palavra em seu manuscrito, e sua substituição por uma palavra errada realizada por seu primeiro editor, o imbecil Apellicon, tenha alterado por completo o sentido do capítulo (…).”
Charles S. Peirce sobre a tradução de um manuscrito de Aristóteles
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 144 – Página: 207
“Quem escreve para o povo deve escrever com simplicidade.”
Carolina Maria de Jesus
Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 458 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.
“(…) quem determina o sentido da mensagem é quem a recebe, não quem a envia.”
Christian Dunker e Cláudio Thebas
Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 89
“Se eu achar bom, vou dizer que achei bom. Se achar ruim, não tenho coragem de dizer que achei ruim, digo também que achei bom. Sendo assim, você jamais saberá se achei ruim ou bom, de modo que nem adianta eu ler.”
Fernando Sabino sobre convites para prefaciar livros
Livro: A chave do Enigma (Ed. Record, 2001) | Autor: Fernando Sabino | Página: 129 – Crônica “Não li mas gostei”
“A gramática e a ortografia são parte da sua apresentação. Pelo mesmo motivo, você não vai trabalhar com roupas estragadas ou sem combinar.”
Jessica Handler
Livro: A força dos quietos – As estratégias para conviver, influenciar e vencer sem precisar gritar (Editora Gente, 2014) | Autora: Jennifer B. Kahnweiler | Página: 181
“A escrita contribui com sua habilidade de influenciar de quatro maneiras: esclarecer a própria posição, defender sua posição, conectar-se com os outros e motivar os outros a agir.”
Jennifer B. Kahnweiler
Livro: A força dos quietos – As estratégias para conviver, influenciar e vencer sem precisar gritar (Editora Gente, 2014) | Autora: Jennifer B. Kahnweiler | Página: 171
“Chavões e generalidades escorrem pela compreensão humana como água pelas penas de um pato. Não deixam nenhuma impressão. Dizer: ‘O melhor do mundo”, “O preço mais baixo que existe”, etc., (…) superlativos dessa espécie são usualmente prejudiciais. Sugerem frouxidão de expressão, tendência ao exagero, descuido em relação à verdade.”
Claude Hopkins
Livro: A Ciência da Propaganda (Ed. Cultrix, 1966 – 1ª Edição 1923) | Autor: Claude Hopkins | Página: 56
“A principal coisa que você precisa saber sobre instruções é que ninguém irá lê-las – pelo menos não até depois de repetidas tentativas fracassadas de aprender sozinho (…).”
Steve Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 25
“’Papo alegre’ é como papo furado – sem conteúdo, basicamente apenas uma forma de ser sociável. Porém, a maioria dos usuários Web não tem tempo para papo furado; eles querem ir direto ao que interessa. Você pode e deve eliminar tanto ‘papo alegre’ quanto possível.”
Steve Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 26
“Muito ‘papo alegre’ é do tipo de escrita promocional se auto cumprimentando que você encontra em livretos mal escritos. Diferentemente de boa cópia promocional, ele não passa informações úteis e dá ênfase a dizer o quão maravilhoso nós somos, ao invés de explicar o que nos faz maravilhosos.”
Steve Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 25
“A escrita robusta é concisa. Uma frase não deve conter palavras desnecessárias e um parágrafo não deve ter frases desnecessárias pelo mesmo motivo pelo qual um desenho não deve ter linhas desnecessárias e uma máquina não deve ter peças desnecessárias.”
Steve Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 25
“Livre-se de metade das palavras de cada página e depois da metade das que restaram.”
Terceira lei de usabilidade de Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 25
“Trabalhei duro para manter este livro fino – espero que fino o suficiente para você lê-lo em uma viagem de avião longa.”
Steve Krug
Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: XIV
“Impactante: Anteriormente ‘eficaz’, mas isso implicaria saber o que está tentando alcançar. ‘Impactante’ promete apenas que algo acontecerá, sem compromisso com coisa alguma específica ou mesmo positiva. Um dos termos mais evasivos do vocabulário da embromação.”
Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky
Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 183