“Chavões e generalidades escorrem pela compreensão humana como água pelas penas de um pato. Não deixam nenhuma impressão. Dizer: ‘O melhor do mundo”, “O preço mais baixo que existe”, etc., (…) superlativos dessa espécie são usualmente prejudiciais. Sugerem frouxidão de expressão, tendência ao exagero, descuido em relação à verdade.”
Claude Hopkins
Livro: A Ciência da Propaganda (Ed. Cultrix, 1966 – 1ª Edição 1923) | Autor: Claude Hopkins | Página: 56
🔖 Citações que expressam a mesma ideia:
“É importante não falar com superlativos para não faltar com a verdade e ferir a própria sensatez. Os exageros indicam escassez de conhecimento e gosto. O elogio desperta curiosidade e excita o desejo. Depois, se o valor não corresponde ao preço, como acontece com frequência, a expectativa se volta contra o elogiado e o que elogiou.”
Baltasar Gracián
“(…) a avalanche de esterco que resultou da venda agressiva e que todos fomos forçados a cruzar a pé nos deixou extraordinariamente sensíveis a tudo que remotamente lembre um autoelogio. O autoelogio é uma forma particularmente perniciosa da venda agressiva. Além de não convencer o público, ele ainda transforma, com frequência, os partidários e indecisos em adversários e céticos – uma transformação miraculosa da pior espécie.”
Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky
