“Com Copérnico, o homem deixou de estar no centro do universo. Com Darwin, o homem deixou de ser o centro do reino animal. Com Marx, o homem deixou de ser o centro da história (que aliás, não possui um centro). Com Freud, o homem deixou de ser o centro de si mesmo.”

Eduardo Prado Coelho  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 185

“(…) a evolução nada mais é do que a realização, no tempo, daquilo que já existia em forma embrionária e que se desenvolve até alcançar o seu ponto final.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 182

“Um mal-entendido ainda corrente, acerca da evolução, é a crença de que um animal ou planta muda a fim de melhor adaptar-se a seu ambiente; por exemplo, que desenvolve um olho com o propósito de ver. Uma vez que a mutação é um processo aleatório e que muitas mutações são antes prejudiciais do que neutras ou benéficas para o organismo, torna-se evidente que a ocorrência de uma variação é, em si mesma, uma questão de acaso (…).”

Columbia Encyclopedia  

Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 52

“Por nos acharmos inteligentes, embora sem muita razão, tendemos a ver a inteligência como uma consequência inevitável da evolução. Mas isso é questionável. Não está claro que a inteligência possui grande valor de sobrevivência. As bactérias se defendem muito bem sem inteligência e sobreviverão a nós se a nossa suposta inteligência provocar nosso extermínio em uma guerra nuclear.”

Stephen Hawking  

Livro: O universo numa casca de noz (Arx, 2001) | Autor: Stephen Hawking | Página: 171

“Evidentemente o atual crescimento exponencial não pode durar para sempre.”

Stephen Hawking sobre o crescimento populacional  

Livro: O universo numa casca de noz (Arx, 2001) | Autor: Stephen Hawking | Página: 159

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Se os erros cometidos fossem penalizantes para nossa adaptação e nossa sobrevivência, a deleção natural teria eliminado quem os cometesse, e os vieses teriam se tornado cada vez mais raros. Acontece que eles são universais, o que sugere o contrário: nossos vieses, ou, para ser mais exato, as heurísticas de que são manifestações ocasionais foram para os nossos antepassados distantes, de geração em geração, fatores de sucesso e adaptação.”

Olivier Sibony   

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Página: 61

O livro “A origem das espécies”, de Charles Darwin, aborda este tema no capítulo VIII – Instinto, páginas 283 a 318.

“E enquanto este planeta continua a girar na sua órbita, obedecendo à imutável Lei da Gravidade, as formas mais belas e admiráveis, originárias de um início tão simples, continuam a seguir esse desenvolvimento.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 546

“Nascem mais indivíduos do que podem sobreviver. Um grãozinho na balança determinará aquele que deve viver e aquele que deve morrer, que variedade ou que espécie se multiplicará, qual vai diminuir, qual será extinta.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 524

“A luta pela existência é uma consequência inevitável da progressão geométrica de crescimento comum a todos os seres organizados.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 524

“(…) os organismos inferiores e pouco modificáveis se espalham mais que os superiores; (…).”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 467

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

“(…) uma lei observada há muito tempo e que foi analisada por Candolle com relação às plantas, qual seja: quanto mais baixo na escala natural se situa um grupo de organismos, maior se tornará sua capacidade de dispersão.”

Charles Darwin

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 467

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

“A Natureza, assim como um jardineiro, costuma tirar as sementes de um determinado canteiro para depositá-las em outro que difere do primeiro, mas no qual, porém, sua sobrevivência será assegurada.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 453

“Espécies que possuem hábitat muito amplo, uma grande quantidade de indivíduos e que já derrotaram muitos concorrentes, que antes viviam em seus atuais domínios, terão mais chances de ocupar novos lugares caso tenham a oportunidade de ser transportadas para outros países e regiões. Nesses novos lares, estarão expostas a novas condições e sofrerão modificações e aperfeiçoamentos, tornando-se assim novamente vitoriosas, produzindo novos grupos de descendentes modificados.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 421

🔖 Conheça o conceito de antifrágil de Nassin Taleb, que se assemelha ao conceito de evolução da éspécie:

“(…) é na espécie; e não no indivíduo, que se enraíza com tanta energia e força a vontade de vida. No indivíduo, pelo contrário, encontra-se apenas a consciência imediata: daí vem a ilusão de presumir-se diferente da espécie, e de então temer a morte. (…) Em conformidade com isso, encontramos a natureza, que enquanto tal é livre daquela ilusão do indivíduo, muito cuidadosa da conservação da espécie e indiferente ao desaparecimento dos indivíduos; para ela, estes são apenas meios e jamais os fins.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 47 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“A despeito de milênios de morte e decomposição, nada ainda se perdeu, nenhum átomo de matéria, e muito menos uma só parcela do ser íntimo que se apresenta a nós como natureza.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 41 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“Não nos surpreendemos com a raridade de uma espécie, mas ficamos chocados com seu desaparecimento; é como admitir que a doença é o prelúdio da morte e não se sentir surpreso diante da doença, mas apenas com a morte da pessoa doente, não atribuindo o falecimento ao mal de que ela sofria, mas a algum ato desconhecido de violência.”

Charles Darwin em texto escrito em 1845 

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 394

“(…) as formas de vida melhoradas sempre suplantarão as antigas, com menos recursos para sobreviverem.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 357