“Nossa visão não pode abranger e distinguir muitos detalhes ao mesmo tempo e, portanto, é aconselhável limitar-se a colocar nos anúncios uma média de três elementos motivacionais, pois com cinco ou seis motivos poderia haver dispersão da atenção decorrente da saturação do olhar.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 155

“A cor na embalagem pode atingir o indivíduo em sua necessidade de se alimentar, em seu desejo de possuir saúde ou prestígio, ou personalidade, ou, ainda, o desejo de uma aparência jovem e de pertencimento.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 147

“As crianças têm predileção, facilmente verificável, pela cor chamada ‘pura’, por serem mais ‘chapadas’ e vibrantes. Mas, para os bebês, os médicos recomendam o tom pastel. Em nossa cultura não é tom incomum usar ‘bebê’ para qualificar um determinado tom claro de azul ou rosa. Em consequência, as embalagens dos produtos que se destinam a essas duas fases da vida devem se ajustar, também, a essas suas necessidades psicológicas.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141

“Existem produtos que têm uma íntima relação com a moda. Eles exigem uma renovação mais constante no esquema de cores utilizadas para que não se quebre a conexão que deve existir com o gosto do momento.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141

“Convencionou-se que a cor azul era índice de baixas calorias, baixos teores de açúcar ou mesmo ausência dele. Podemos listar uma grande quantidade de produtos que na sua ‘versão light’ utilizam a cor azul: margarinas, iogurtes, leites, molhos etc. Trata-se portanto, de uma convenção.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141

“As camadas sociais mais altas tendem ao gosto mais sofisticado, inclinam-se às coisas raras, especialmente quando envolvidas em tonalidades estranhas. O gosto do povo é mais simples, tendendo a uma estabilidade maior e uma resistência mais definida às inovações muito rápidas.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 140

“A cor serve para atrair o olhar do comprador e indicar a posição da embalagem, fazê-lo facilmente reconhecível e dar informação relativa ao conteúdo.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 137

“A embalagem tem a mágica função de dar um ‘psiu’ ao comprador. Além disso, deve fazer com que a compra seja renovada, impulsionando o consumidor a ficar fiel à sua marca.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 132

“O comportamento do consumidor, dependendo do alcance positivo da mensagem publicitária, pode levar a uma compra regular, por uma questão de hábito; a uma compra coativa, por uma necessidade; a uma compra de ocasião, por economia de recursos; a uma compra impulsiva, para satisfazer desejos surgidos espontaneamente (…); a uma compra emocional, envolvida a reminiscências infantis ou à compensação psicológica de um sentimentalismo penetrante; a uma compra de prova, ligada à experimentação; ou ainda a uma compra planejada num sentido de especulação, de busca de conhecimento.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 120

“O consumidor, portanto, é continuamente estimulado por profissionais que, aparentemente, desejam seu bem-estar, seu conforto, seu prestígio social, enfim, sua felicidade e a de seus familiares, bastando para isso a aquisição do produto ou serviço oferecido.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 119

“Gerar no consumidor uma necessidade, estimulá-lo numa conduta nova por meio da aquisição, fazê-lo sentir-se motivado por algo que não o leve a futuros arrependimentos, criar nele necessidades artificiais, como compensação de desejos insatisfeitos, informá-lo pela motivação da existência de bons produtos e serviços merecedores de sua aquisição constituem, na realidade, matéria-prima ideal para o moderno processo da comunicação publicitária.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 119

“A integração do novo, dentro de uma sociedade já moldada em determinados padrões integralmente assimilados e sancionados pelo gosto da época, é um processo lento precedido por uma vanguarda que, pela audácia e irreverência, pela quebra de tradições e pela repetição impositiva, vai sendo assimilada gradualmente até uma aceitação praticamente total.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 116

“A especificidade daquilo que será anunciado tem íntima conexão com a cor empregada, quer seja para transmitir a sensação de realidade, quer para causar impacto ou realçar um diferencial.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 116

“Aparentemente, damos um peso às cores. Na realidade, olhando para uma cor damos um valor-peso, mas esse peso é predominantemente psicológico.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 108

“Por ser raro, pouco abundante, a cor ouro tem associações vinculadas à escassez: dinheiro, luxo e até felicidade.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 106

“A cor prata é uma cor que carrega os sentidos do luxo e solenidade, mas a cor principal ainda é ouro. A cor prata fica como uma cor adicional. A cor ouro simboliza o valor ideal e a cor prata, o valor material.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 106

“As qualidades atribuídas à cor rosa são consideradas tipicamente femininas. Simboliza encanto e amabilidade.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 105

“Desde a Idade Média, há referências ao marrom como a cor das roupas populares (…). Era a cor dos tecidos que não haviam sido tingidos.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 104