“Os fatos sociais só podem ser explicados por fatos sociais.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 103

🔖 Leia uma citações de Spinoza que expressam a mesma ideia:

“A liberdade de pensamento de que gozamos hoje nunca poderia ter sido proclamada se as regras que a proibiam não tivessem sido violadas antes de serem solenemente abolidas.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 87

“Segundo o direito ateniense, Sócrates era um criminoso, e a sua condenação nada tinha de injusto. Contudo, o seu crime, a saber, a independência do seu pensamento, era útil não só à humanidade mas também à sua pátria: servia para preparar uma moral e uma fé novas de que os atenienses necessitavam naquele momento, porque as tradições de que tinham vivido até então já não estavam em harmonia com as suas condições de existência.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Páginas: 86 a 87

“O crime é necessário; está ligado às condições fundamentais de qualquer vida social mas, precisamente por isso, é útil; porque estas condições de que é solidário são elas mesmas indispensáveis à evolução normal da moral e do direito.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 86

“O crime é normal porque uma sociedade isenta dele é completamente impossível.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 83

“Esta pressão permanente exercida sobre a criança é a própria pressão do meio social que tende a moldá-la à sua imagem, e do qual os pais e os professores são meros representantes e intermediários.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 35

“Somos, então, vítimas de uma ilusão que nos faz acreditar termos sido nós quem elaborou aquilo que se nos impôs do exterior.”

Émile Durkheim

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Página: 34

“Para que haja um solo amplo, fundo e generoso para a evolução das artes, a imensa maioria tem de trabalhar para uma minoria, para além da medida de sua indigência individual, submetida como escrava à necessidade da vida.”

Nietzsche

Livro: Nietzsche: biografia de uma tragédia (Geração Editorial, 2017) | Autor: Rüdiger Safranski | Páginas: 64 a 65

“A civilização avança ao ampliar o número de operações que podemos realizar sem pensar nelas.”

Alfred North Whitehead   

Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 9

“Pela aceitação de crença compreendemos a nós mesmos? Ao contrário. Uma crença, religiosa ou política, impede-nos, obviamente, a compreensão de nós mesmos. É como uma cortina, através da qual nos olhamos, a nós mesmos.”

J. Krishnamurti 

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 51

“Se refletirdes, vereis que o temor é uma das razões do desejo de aceitar uma crença. Se nenhuma crença tivéssemos, que nos aconteceria? Não ficaríamos aterrorizados com o que poderia acontecer? Se não tivéssemos nenhum padrão de ação, baseado em crença – crença em Deus, ou no comunismo, ou no socialismo, no imperialismo, ou em alguma espécie de fórmula religiosa, algum dogma pelo qual somos condicionados – sentir-nos-íamos perdidos, não?”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 51

“Pode-se ver como as crenças políticas e religiosas, nacionais e de vários outros tipos, separam os homens, geram conflitos, confusão e antagonismo. É um fato óbvio. Entretanto, não temos vontade de abandoná-las.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 50 a 51

“Por menor que seja nosso mundo, se pudermos transformar nossas relações dentro desse pequeno mundo, essa transformação, qual onda sonora, ir-se-á dilatando constantemente, no mundo exterior. Julgo ser importante compreender bem este ponto, isto é, que o mundo são nossas relações, por mais limitadas que sejam; e que, se pudermos operar uma transformação aí, não uma transformação superficial, porém radical, começaremos a transformar o mundo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 39

“Para transformarmos o mundo, precisamos começar por nós mesmos; e o que é relevante no começar por nós mesmos, é a intenção. A intenção deve ser a de compreendermos a nós mesmos e não de esperarmos que outros se transforme ou realizem uma alteração superficial pela revolução da esquerda ou da direita. Importa compreendermos que esta obrigação é nossa, vossa e minha.

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 38

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia: