“Vivi. Fiz a caminhada que o destino me traçou.”
Diodoro (90-30 a.C) – Historiador grego
Livro: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade (L&PM, 2025 – Escrito no século I) | Autor: Lúcio Anneo Sêneca | Página: 119
“Podes dizer: ‘Falas de uma maneira e ages de outra’. Essas mesmas censuras, (…) também foram feitas a Platão, Epicuro e Zenão. Eles também não procuravam apregoar o modo como viviam e, sim, o modo como se devia viver.”
Sêneca
Livro: Da vida retirada; Da tranquilidade da alma; Da felicidade (L&PM, 2025 – Escrito no século I) | Autor: Lúcio Anneo Sêneca | Página: 118
“Como escreve Catão (…) proclamar de si mesmo que nunca fazia mais do que quando não fazia nada, e nunca se encontrava menos só que quando estava só.”
Catão – Político Romano (234–149 a.C.)
Livro: Da república (Vozes, 2020 – Escrito por volta do ano 380 a.C.) | Autor: Marco Túlio Cícero | Página: 21
“A vida do peregrino é uma viagem em direção à realização, mas ‘realização’ nesta vida é equivalente à perda de sentido. Viajar em direção à realização dá sentido à vida do peregrino, mas o sentido que dá tem algo de um impulso suicida; esse sentido não pode sobreviver à chegada ao destino.”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 197
“Quanto menos um pensamento puder ser explicado em termos familiares, que façam sentido para os homens e mulheres imersos em sua busca diária de sobrevivência, tanto mais próximo fica dos padrões da humanidade; quanto menos puder ser justificado em termos de ganhos e usos tangíveis ou das etiquetas de preço afixadas a ele no supermercado ou na bolsa de valores, tanto maior seu valor humanizante.”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Páginas: 56 a 57
“O que emerge no lugar das normas sociais evanescentes é o ego nu, atemorizado e agressivo à procura de amor e ajuda. Na procura de si mesmo e de uma sociabilidade afetuosa, ele facilmente se perde na selva do eu… Alguém que tateia na bruma de seu próprio eu não é mais capaz de perceber que esse isolamento, esse ‘confinamento solitário do ego’, é uma sentença de massa.”
Ulrich Beck – Sobre a mortalidade da sociedade industrial
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 51