“O colega de quarto de Page sugeriu que eles chamassem a ferramenta de ‘googol’. A palavra era um termo matemático que se referia ao número 1 seguido por cem zeros. Às vezes, a palavra ‘googolplex’ era usada de forma genérica para se referir a um número extremamente grande. ‘O número refletia a escala do que estávamos fazendo’, explicou Brian alguns anos mais tarde. ‘Na verdade, o nome se tornou uma melhor escolha posteriormente, pois agora tínhamos bilhões de páginas e imagens e grupos de documentos, além de centenas de milhões de buscas todos os dias’. Page escreveu a palavra errada, o que acabou dando certo, uma vez que o endereço na internet para o termo escrito da forma correta já estava em uso. ‘Google’ estava disponível. ‘Era fácil de digitar e memorizar’, afirmou Page.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 44

“Se a palavra-chave fosse encontrada no nome da página ou domínio, essa página subiria no ranque.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 34

“Os resultados do PageRank seriam combinados com uma série de informações mais tradicionais de recuperação da informação, como comparar a palavra-chave aos textos na página e determinar a relevância por meio de análises de fatores como frequência, tamanho da fonte, letras maiúsculas e posição da palavra-chave. (Esses fatores ajudam a determinar a importância de uma palavra-chave em determinada página – se o termo é usado com frequência, é mais provável que aquela página satisfaça a busca.)”.

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 33

“Page cedeu a um pouco de vaidade ao nomear a parte do sistema que classificava os sites por meio de links de entrada: ele chamou de PageRank. Todavia, foi apenas uma vaidade ligeira; muitas pessoas entenderam que o nome era uma referência às web pages, e não a um sobrenome.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 28

“Tratava-se de uma audaciosa tentativa de digitalizar todos os livros já impressos para que qualquer pessoa no mundo pudesse encontrar as informações que procurasse. O Google não disponibilizava o conteúdo completo das obras, de modo que, quando os leitores as descobrissem, teriam um motivo para comprá-las. Os autores teriam novos mercados; os leitores teriam acesso instantâneo ao conhecimento.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 20

“Em grupo, qualquer um de nós se torna mais valente e inconsequente. Em grupo, dizemos coisas e agimos de modo que jamais faríamos se estivéssemos sozinhos. (…) Agora imagine que no ambiente digital qualquer um pode, a qualquer momento, entrar em ‘estado de massa’.”

Christian Dunker e Cláudio Thebas  

Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 226

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Saiba qual é seu propósito antes de entrar no mundo das mídias sociais. A tecnologia é como colocar gasolina no carro. Ajuda a direcionar a estratégia, mas não é A estratégia.”

Barbara Giamanco  

Livro: A força dos quietos – As estratégias para conviver, influenciar e vencer sem precisar gritar (Editora Gente, 2014) | Autora: Jennifer B. Kahnweiler | Página: 206

“Nas mídias sociais, o que importa são… os relacionamentos de verdade. O networking é sempre importante quando é real e sempre uma distração quando inútil e falso.”

Seth Godin, escritor e empreendedor 

Livro: A força dos quietos – As estratégias para conviver, influenciar e vencer sem precisar gritar (Editora Gente, 2014) | Autora: Jennifer B. Kahnweiler | Página: 193

“Antes dos microfones e da televisão, o líder tinha de ficar de pé no mesmo nível de uma multidão. Agora basta ‘tuitar’ uma frase para alcançar milhões instantaneamente. A influencia nunca foi tão fácil – e tão efêmera.”

Richard Stengel, editor-chefe da revista Time, 30 de abril de 2012

Livro: A força dos quietos – As estratégias para conviver, influenciar e vencer sem precisar gritar (Editora Gente, 2014) | Autora: Jennifer B. Kahnweiler | Página: 35

“Na maior parte do tempo na Web, as pessoas não querem ser atraídas; elas só querem fazer algo, e tentativas de atrai-las que interfiram com sua missão atual são vistas como irritantes, inconvenientes e o pior tipo de estratégia de vendas.”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 118

“A maioria dos usuários deficientes visuais são tão impacientes quanto a maioria dos usuários que podem enxergar. Eles querem obter as informações que precisam tão rapidamente quanto possível. Eles não escutam todas as palavras da página – da mesma forma que usuários que podem enxergar não leem todas as palavras. Eles ‘examinam com seus ouvidos’, escutando apenas o suficiente para decidir se continuam escutando ou não.”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 113

“Embora as pessoas adorem fazer comentários sobre a aparência de sites – especialmente sobre se gostam das cores – quase ninguém sai de um site só porque ele não tem uma aparência ótima (…).”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 105

🔖 Citações que abordam o mesmo tema:

“Não me faça passar trabalho só porque você não quer escrever um pouco mais de código.”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 105

“Às vezes, o verdadeiro desafio não é consertar os problemas que você encontra – é consertar sem estragar o que já está funcionando.”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 101

“As pessoas muitas vezes dirão ‘Eu gostaria mais se você pudesse fazer x.’ Sempre vale a pena ficar receoso a respeito dessas solicitações de novos recursos. Se você examinar com maior profundidade, muitas vezes ocorre que elas já tenham uma fonte perfeitamente boa de x e provavelmente não mudariam; eles estão apenas lhe dizendo o que gostam.”

Steve Krug      

Livro: Não me faça pensar – Uma abordagem de bom senso à usabilidade na Web (Editora Alta Books, 2006) | Autor: Steve Krug | Página: 100

🔖 Citações que abordam o mesmo tema: