“O minimalismo está no fato de que não tínhamos um webmaster e tivemos que construir o site nós mesmos.”
Larry Page
Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 45
“O colega de quarto de Page sugeriu que eles chamassem a ferramenta de ‘googol’. A palavra era um termo matemático que se referia ao número 1 seguido por cem zeros. Às vezes, a palavra ‘googolplex’ era usada de forma genérica para se referir a um número extremamente grande. ‘O número refletia a escala do que estávamos fazendo’, explicou Brian alguns anos mais tarde. ‘Na verdade, o nome se tornou uma melhor escolha posteriormente, pois agora tínhamos bilhões de páginas e imagens e grupos de documentos, além de centenas de milhões de buscas todos os dias’. Page escreveu a palavra errada, o que acabou dando certo, uma vez que o endereço na internet para o termo escrito da forma correta já estava em uso. ‘Google’ estava disponível. ‘Era fácil de digitar e memorizar’, afirmou Page.”
Steven Levy
Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 44
“Os resultados do PageRank seriam combinados com uma série de informações mais tradicionais de recuperação da informação, como comparar a palavra-chave aos textos na página e determinar a relevância por meio de análises de fatores como frequência, tamanho da fonte, letras maiúsculas e posição da palavra-chave. (Esses fatores ajudam a determinar a importância de uma palavra-chave em determinada página – se o termo é usado com frequência, é mais provável que aquela página satisfaça a busca.)”.
Steven Levy
Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 33
“Page cedeu a um pouco de vaidade ao nomear a parte do sistema que classificava os sites por meio de links de entrada: ele chamou de PageRank. Todavia, foi apenas uma vaidade ligeira; muitas pessoas entenderam que o nome era uma referência às web pages, e não a um sobrenome.”
Steven Levy
Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 28
“Tratava-se de uma audaciosa tentativa de digitalizar todos os livros já impressos para que qualquer pessoa no mundo pudesse encontrar as informações que procurasse. O Google não disponibilizava o conteúdo completo das obras, de modo que, quando os leitores as descobrissem, teriam um motivo para comprá-las. Os autores teriam novos mercados; os leitores teriam acesso instantâneo ao conhecimento.”
Steven Levy
Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 20
“A autoridade da pessoa que compartilha sua história de vida pode fazer com que os espectadores observem o exemplo com atenção e aumenta os índices de audiência. Mas a falta de autoridade de quem conta sua vida, o fato de ela não ser uma celebridade, sua anonimidade, pode fazer com que o exemplo seja mais fácil de seguir e assim ter um potencial adicional próprio.”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 88
“Compartilhar intimidades, como Richard Sennett insiste, tende a ser o método preferido, e talvez o único que resta, de ‘construção de comunidade’. Essa técnica de construção só pode criar ‘comunidades’ tão frágeis e transitórias como emoções esparsas e fugidias, saltando erraticamente de um objetivo a outro na busca sempre inconclusiva de um porto seguro: comunidades de temores, ansiedades e ódios compartilhados (…).”
Theodor Adorno
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 56
“A ‘alegria’ que se encontra nas redes sociais de relacionamento tem sobretudo a função de elevar o sentimento próprio narcísico. Ela forma uma massa de aplausos que dá atenção ao ego exposto ao modo de uma mercadoria.”
Byung-Chul Han
Livro: Sociedade do cansaço (Ed. Vozes, 2017) | Autor: Byung-Chul Han | Página: 93
“Quando um repórter lhe perguntou logo depois por que a máquina ia demorar tanto para ficar pronta, Jobs respondeu: ‘Não está atrasada. Está cinco anos à frente do seu tempo’.”
Walter Isaacson sobre o lançamento do computador NeXT
Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 255
“As pessoas sabem intuitivamente como lidar com o que está sobre a mesa. Se você entra num escritório, tem papéis na mesa. O que está por cima de todos eles é o mais importante. As pessoas sabem como mudar as prioridades. Uma das razões de usarmos metáforas, como esta do que está por cima da mesa, para projetar nossos computadores como desktops é que podemos aproveitar essa experiência que as pessoas já têm.”
Steve Jobs
Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 144
“‘Digitei algumas teclas do teclado e fiquei chocado! As letras apareciam na tela.’ Era um domingo, 29 de junho de 1975, um marco para o computador pessoal. ‘Foi a primeira vez na história que alguém digitou uma letra em um teclado e a viu aparecer na tela do seu computador, bem na sua frente’.”
Wozniak
Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Páginas: 79 a 80