“Sendo nossa vida diária tão vazia, tão monótona, tão insignificante, tão enfadonha, tão intoleravelmente estúpida, dizemos que a vida deve ter uma significação mais rica.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 230

“Quando não dais nome a um grupo de pessoas, sois obrigado a olhar cada rosto individualmente, e não mais considerais a todos como massa. Por este motivo, sois muito mais vigilante, muito mais observador, muito mais compreensivo; tendes um sentimento mais profundo de piedade, de amor; mas, se os tratais, a todos, como a massa, não lhes dais maior atenção.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 207 a 208

“(…) o novo está sendo sempre absorvido pelo velho, pelos velhos hábitos, costumes, ideias, tradições.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 203

“Só quando morremos cada dia para tudo o que é velho, pode haver o novo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 196

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Somos resultado do tempo, e nossas reações, nossas atitudes atuais, são efeitos acumulados de muitos milhares de momentos, incidentes e experiências.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 197

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

“Naturalmente, o imensurável não pode atender ao que tem medida, ao que é insignificante, pequeno. Mas quem é que responde? Quando rezamos, estamos relativamente silenciosos, em estado de receptividade; então nosso próprio subconsciente produz uma clareza momentânea.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 179

“A lembrança de ontem condiciona o hoje e, por conseguinte molda o amanhã.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 176

“Não podemos viver no presente, porque estamos usando o presente como passagem para o futuro. (…).”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 175

“A perturbação é essencial à compreensão, e toda tentativa de encontrar a segurança constitui obstáculo à compreensão.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 164

“Assim como o solo se renova durante o inverno, assim também, quando deixamos a mente em repouso, ela se renova.”

J. Krishnamurti    

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 160

“Só as pessoas que vivem isoladas, atrás das suas muralhas, falam de dever e responsabilidade. O homem que ama não fala de responsabilidade: ama.”

J. Krishnamurti 

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 150

“Podeis experimentar isso, por vós mesmos, muito simples e facilmente. A próxima vez que estiverdes irritado ou enciumado, ou virdes que sois ávido, ou violento, ou o que quer que seja, observai a vós mesmo. Neste estado, vós não existis. Há somente aquele estado de ser.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 148 a 149