“Em uma noite, usando um novo programa gráfico de código aberto chamado GIMP, Sergey criou a home page, escrevendo o novo nome da empresa em cores diferentes, criando um logo que parecia ter sido feito usando blocos de letras e transmitindo uma sensação de extravagância agradável. Sergey colocou um ponto de exclamação após o nome, assim como acontecia no Yahoo, outra empresa fundada por dois ex-alunos do doutorado em Stanford. ‘Ele queria que o logo fosse jovem e divertido’, comentou Page.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 44

“O colega de quarto de Page sugeriu que eles chamassem a ferramenta de ‘googol’. A palavra era um termo matemático que se referia ao número 1 seguido por cem zeros. Às vezes, a palavra ‘googolplex’ era usada de forma genérica para se referir a um número extremamente grande. ‘O número refletia a escala do que estávamos fazendo’, explicou Brian alguns anos mais tarde. ‘Na verdade, o nome se tornou uma melhor escolha posteriormente, pois agora tínhamos bilhões de páginas e imagens e grupos de documentos, além de centenas de milhões de buscas todos os dias’. Page escreveu a palavra errada, o que acabou dando certo, uma vez que o endereço na internet para o termo escrito da forma correta já estava em uso. ‘Google’ estava disponível. ‘Era fácil de digitar e memorizar’, afirmou Page.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 44

“Page cedeu a um pouco de vaidade ao nomear a parte do sistema que classificava os sites por meio de links de entrada: ele chamou de PageRank. Todavia, foi apenas uma vaidade ligeira; muitas pessoas entenderam que o nome era uma referência às web pages, e não a um sobrenome.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 28

“Adoro o processo de desempacotar uma coisa. Projeta-se um ritual de desempacotamento, para que o produto pareça especial. Embalar pode ser teatro, pode criar uma história.”

Jonathan Ive

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 363

“Rand tomou o avião para Palo Alto e passou um bom tempo caminhando com Jobs e ouvindo-o descrever sua ideia. O computador seria um cubo, proclamou Jobs. Era uma forma que ele amava – perfeita e simples. Rand decidiu, portanto, que o logo também seria um cubo, que estivesse inclinado num elegante ângulo de 28 graus. Quando Jobs lhe pediu que apresentasse algumas opções para examinar, Rand declarou que não criava opções diferentes para seus clientes. ‘Resolvo seu problema, e você me paga’, disse. ‘Pode usar o que eu produzir ou não, mas não apresento opções, e de qualquer maneira você me paga.’”

Walter Isaacson sobre o desenvolvimento do logo da NeXT, que custou 100mil dólares

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 238 a 239

“As pessoas de fato julgam um livro pela capa. Podemos ter o melhor produto, a qualidade mais alta, o software mais útil etc.; se o apresentar de uma maneira desleixada, ele será percebido como desleixado; se o apresentarmos de uma maneira criativa, profissional, vamos imputar as qualidades desejadas.”

Markkula, um dos primeiros investidores da Apple 

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 97

“Valor é percepção, não cálculo, e essa é a razão pela qual as companhias fazem tanta questão de investir em sua marca. Mas uma marca forte, como todos os outros fatores intangíveis que contribuem para a percepção de valor, começa com um claro senso de PORQUÊ.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 205

“Medir apenas o número de mercadorias vendidas ou o dinheiro gerado não é uma indicação de valor. Valor é um sentimento, não um cálculo. É uma percepção.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 204

“Muitas companhias atribuem um peso desproporcional a seus produtos ou serviços simplesmente porque são essas coisas que fazem o dinheiro entrar. Mas há muito mais coisas que desempenham papel igual quando se fala com o mundo.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 176

“Se, com base nas coisas que veem e ouvem, os que estão do lado de fora forem capazes de se reportar àquilo em que a organização acredita com clareza e consistência, então, e só então, um símbolo pode começar a assumir um significado. Esse é o teste mais autêntico de quão efetivamente se produziu um megafone – quando a clareza é um filtro que atua ao longo de toda a organização e aparece, vívida, em tudo que ela emana.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 175

“Para que uma logomarca se torne um símbolo, as pessoas têm que se inspirar a usá-la para dizer algo sobre quem elas são.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 174

“A maior parte das companhias tem logomarcas, mas poucas foram capazes de convertê-las em símbolos significativos. Como a maioria das companhias são falhas em comunicar aquilo em que acreditam, a maior parte das logomarcas servem como ícones para identificar uma companhia e seus produtos.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 173

“Símbolos que tornam tangível o que é intangível. E a única razão de terem significado é que nós lhes infundimos significado. O significado está em nossa mente, não propriamente nos símbolos. Apenas quando o propósito, a causa ou a crença é clara, é que um símbolo é capaz de exercer grande poder.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 172

“Quando uma companhia é pequena, ela gira em torno da personalidade do fundador. Não se discute se a personalidade do fundador é a personalidade da companhia.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 169

“A visão é a declaração pública da intenção do fundador, é o PORQUÊ de a companhia existir. Ela é literalmente a visão de um futuro que ainda não se concretizou. A declaração da missão é uma descrição da rota, dos princípios que a guiam – COMO a companhia pretende criar aquele futuro.”

Simon Sinek  

Livro: Comece pelo porquê (Sextante, 2018 – 1ª edição 2009) | Autor: Simon Sinek | Página: 154