“(…), o simples uso da própria força, a consciência da energia da nossa alma em sua luta com os obstáculos que se contrapõem a seus desígnios, o cultivo dos talentos do espírito, etc., todas estas são coisas nas quais se pode achar o prazer, e dizemos, com razão, que são alegrias e prazeres delicados, porque, mais do que os outros, encontram-se em nosso poder, não se gastam com o uso e, pelo contrário, fortalecem o sentimento para deles se usufruir mais ainda; e porque, ao nos deleitarem, nos cultivam.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 32