“O que cada vez mais é percebido como ‘questões públicas’ são os problemas privados de figuras públicas.”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 91
“Seria arrogante, além de equivocado, condenar ou ridicularizar o vício dos programas de entrevistas como efeito da eterna avidez humana pela fofoca e da ‘curiosidade barata’. Num mundo repleto de meios, mas notoriamente pouco claro sobre os fins, as lições retiradas dos programas de entrevistas respondem a uma demanda genuína (…).”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Páginas: 88 a 89
“(…) ‘cultura de massas’ (uma lesão cerebral coletiva causada pela ‘indústria cultural’, plantando uma sede de entretenimento e diversão no lugar que – como diria Matthew Arnold – deveria ser ocupado pela ‘paixão pela doçura e pela luz e pela paixão de fazer com que estas triunfem’).”
Zygmuny Bauman
Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmuny Bauman | Página: 29
“Em que, com efeito, matar a fome e a sede é mais decente que expulsar a melancolia? Esta é minha regra e assim me orientei.”
Benedictus de Spinoza
Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 449 | Spinoza sobre o riso.
“Se você deseja se conectar com o público, precisa ganhar a atenção das pessoas. Torne as coisas relevantes. Torne-as coloridas. Torne-as irresistíveis. Gostando ou não, saiba que você está no negócio de entretenimento. Se não encontrar um jeito de manter a atenção do público, outra pessoa ou outra coisa irá fazê-lo.”
Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky
Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Páginas: 132 e 133
“A primeira lição da experiência deve ser entreter, mas não satisfazer. Assim se conserva sempre a dependência dos demais. No entanto, não se deve chegar ao cúmulo de calar para que os outros errem nem de tornar o ferimento alheio incurável em proveito próprio.”
Baltasar Gracián
Livro: A arte da prudência (Ed. Sextante, 2006 – 1ª Edição publicada em 1647, com nome de “Oráculo manual e a arte da prudência”) | Autor: Baltasar Gracián | Página: 12