“Quando vemos, no entanto, num filme, uma cena com tempo ruim, vemos a qualidade da cor, a força do vento, da chuva ou da neve, a vegetação, os ruídos ou o silêncio, a névoa, a qualidade da luz e inúmeros outros detalhes que nos são mostrados pelas câmeras e que nos causam um determinado sentimento. Essa informação estética não pode ser traduzida nem para a linguagem verbal nem para qualquer outra sem ser mutilada, isto é, sem perder parte de sua significação.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 406

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Chorar ao assistir a um drama ou ao ouvir uma música não é sinal de que estejamos acolhendo a obra através do sentimento. Podemos estar fazendo uma catarse das nossas emoções.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 388

“É interessante lembrar o filme Laranja Mecânica, onde Stanley Kubrick faz crítica ao behaviorismo, mostrando o descondicionamento de um indivíduo violento.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 191

“(…) ambiguidade de toda produção cultural: ao mesmo tempo que serve à consciência, serve á alienação; tanto leva ao conhecimento como a escamoteação da realidade; tanto é criativa como também pode ser paralisadora.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 82

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

“O lazer oferece, no bom sentido, a evasão pela mudança de lugar, de ambiente, de ritmo, quer seja em viagens, jogos ou esportes ou ainda em atividades que privilegiam a ficção, tais como cinema, teatro, romance, e que exigem o recurso à exaltação da nossa vida imaginária.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 66

“(…) o ator Jim Carrey, que escreveu um cheque para si mesmo em 1987 no valor de dez milhões de dólares. Ele colocou a data como ‘Dia de Ação de Graças, 1995’ e adicionou a descrição: ‘Pelos serviços de atuação prestados.’ Em seguida visualizou isso por vários anos e em 1994 recebeu dez milhões de dólares pelo papel principal no file Débi e Loide.”

Hal Elrod  

Livro: O milagre da manhã: o segredo para transformar sua vida (antes das 8 horas) (Best Seller, 2024 – Primeira publicação em 2012) | Autor: Hal Elrod | Página: 116

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

“Podemos nos lembrar que o governo puritano municipal fechou o teatro, em Stratford-Avon, enquanto Shakespare ainda estava vivo e ali residindo nos seus últimos anos. O ódio e desprezo de Shakespare pelos puritanos aparece em toda ocasião. Ainda em 1777, a cidade de Birminghan se recusou a licenciar um teatro porque ele conduzia à ociosidade e, dessa forma, seria desfavorável ao comércio.”

Ashley, Birminghan Trade and Commerce, 1913 

Livro: A ética protestante e o espírito do capitalismo (Martin Claret, 2013 – Textos escritos em 1904 e 1905) | Autor: Max Weber | Página: 1913

“Um escritor chega à velhice quando suspeita que já escreveu antes aquilo que está escrevendo.”

Ramón Gomez de la Serna, no livro “Greguerías”  

Livro: A chave do Enigma (Ed. Record, 2001) | Autor: Fernando Sabino | Página: 138 – Crônica: “Palavras ao Vento”

“(…) Sophia Loren, que na época fazia um filme com Marlon Brando, dirigido por Charlie Chaplin, ‘A Condessa de Hong-Kong’. Anos mais tarde eu ficaria sabendo que, ao ver-se pela primeira vez diante da encantadora atriz italiana, o nosso Carlito, já então com 77 anos, teria suspirado, dizendo: ‘Que saudade dos meus sessenta anos!’ ”

Fernando Sabino  

Livro: A chave do Enigma (Ed. Record, 2001) | Autor: Fernando Sabino | Página: 83 – Crônica: “Adolfo Celi, Acordo Tácito”