“Deveríamos ser tolerantes com qualquer tipo de estupidez, falha e vício, pensando que o que está diante de nós é tão somente nossa própria estupidez, falha e vício, já que esses são os erros da humanidade, na qual também nos incluímos, e consequentemente temos também todas as falhas, até mesmo aquelas que nos causam indignação, apenas porque, neste momento, não as manifestamos.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 127 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

“(…) a hipótese do pecado original nos leva ao reconhecimento de que, como filhos de pais displicentes, já chegamos ao mundo dotados de culpa, e unicamente porque devemos continuamente expiar tal culpa, nossa existência se torna tão miserável e tem como fim a morte.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 123 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

🔖 Leia outra frase que fala sobre o mesmo tema:

“Pois o mundo constitui o inferno, e os homens dividem-se em dois grupos: de um lado ficam os atormentados, e do outro, os demônios.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 122 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

“Os males oprimem o animal apenas com seu peso real e próprio, ao passo que, para os homens, o medo e a previsão com frequência multiplicam em muitas vezes esse peso.”

Arthur Schopenhauer

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 118 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

“Os animais são o presente corporificado; sua visível tranquilidade muitas vezes causa vergonha a nosso próprio estado, quase sempre aflito e insatisfeito, por pensamentos e preocupações.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 118 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

“(…), a felicidade de um certo curso de vida não é avaliado segundo suas alegrias e prazeres, mas sim como positivo, pela ausência dos sofrimentos.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 115 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

“Todos necessitam sempre de uma certa dose de preocupação, de dor, ou necessidade, como o navio precisa de lastro para navegar com firmeza.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 115 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

🔖 Leia outras citações que expressam a mesma ideia:

“Também o impelir do tempo contribui para a miséria de nossa existência, e de um modo assaz significativo, impedindo-nos de tomar fôlego, perseguindo a todos como um carrasco portanto o açoite.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 114 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

🔖 Leia outras citações que falam do aspecto implacável do tempo:

“A melhor maneira de se consolar, em qualquer infelicidade ou sofrimento, é observar aqueles que são ainda mais infelizes que nós: e isso todos podemos fazer.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 114 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“O sentido mais próximo e imediato de nossa vida é o sofrimento, e se não fosse assim, nossa existência seria o maior dos contrassensos, pois é um absurdo imaginar que a dor infinita, que nasce da necessidade essencial à vida, da qual o mundo está pleno, é meramente acidental e sem sentido. (…) É a infelicidade em geral que é a regra, embora a infelicidade individual apareça como exceção.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 113 – Contribuições à doutrina do sofrimento do mundo

“A propósito, quero expressar aqui minha opinião: a cor branca não é natural ao homem; por natureza, o homem tem a cor preta ou morena, da mesma forma que os indianos, nossos antepassados; portanto, não existe uma raça branca – jamais um homem branco nasceu originalmente assim da natureza – e por mais que se tenha falado sobre uma tal raça branca, o homem branco é um homem empalidecido.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 97 – Metafísica do amor

“O egoísmo é tão arraigado nos homens, que os fins egoístas são os únicos com os quais se pode contar com segurança para estimular a atividade de um ser individual.”

Arthur Schopenhauer

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 86 – Metafísica do amor

“O primeiro passo para a existência, o verdadeiro punctum saliens da vida, é na realidade o momento em que os nossos pais começam a se amar (…).”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 85 – Metafísica do amor | Punctum saliens: ponto principal

“Toda paixão, com efeito, por mais etérea que possa parecer, na verdade enraíza-se tão somente no instinto natural dos sexos; e nada mais é que um impulso sexual perfeitamente determinado e individualizado.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 81 – Metafísica do amor