“Mais do que a mais garrida a minha pátria tem

Um quentura, um querer bem, um bem

Um libertas quae sera tamen

Vinicius de Moraes, “Pátria Minha”

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 256

Do que a terra, mais garrida” é um trecho do Hino Nacional. Garrida significa vistosa. “Libertas quae sera tamen” é o texto da bandeira de Minas Gerais, uma expressão em latim, que significa: “Liberdade ainda que tardia”.

“A vida vem em ondas, como o mar.”

Vinicius de Moraes, “O dia da criação”

🎵 Lembra da música do Lulu Santos (letra de Nelson Motta) “Como uma onda”? Foi inspirada neste poema.

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 187

“Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.”

Vinicius de Moraes, Estoril, outubro de 1939 – “Soneto de Fidelidade”

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 116

“Tente piedade, Senhor, de todas as mulheres

Que ninguém mais merece tanto amor e amizade

Que ninguém mais deseja tanto poesia e sinceridade

Que ninguém mais precisa tanto de alegria e serenidade.”

Vinicius de Moraes, “Elegia desesperada”  

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 92 | Elegia: gênero literário caracterizado por um tom melancólico, triste e reflexivo.

“Minha Nossa Senhora, dai-me paciência

Meu Santo Antônio, dai-me muita paciência

Meu São Francisco de Assis, dai-me muitíssima paciência!”

Vinicius de Moraes, “Elegia quase uma ode”  

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 79 | Elegia: gênero literário caracterizado por um tom melancólico, triste e reflexivo.

“É muito triste se sofrer tão moço

Sabendo que não há nenhum remédio

E se tendo que ver a cada instante

Que é assim mesmo, que mais tarde passa

Que sorrir é questão de paciência

E que a aventura é que governa a vida.”

Vinicius de Moraes, “Elegia quase uma ode”

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 78 | Elegia: gênero literário caracterizado por um tom melancólico, triste e reflexivo.

“Tratava-se de uma audaciosa tentativa de digitalizar todos os livros já impressos para que qualquer pessoa no mundo pudesse encontrar as informações que procurasse. O Google não disponibilizava o conteúdo completo das obras, de modo que, quando os leitores as descobrissem, teriam um motivo para comprá-las. Os autores teriam novos mercados; os leitores teriam acesso instantâneo ao conhecimento.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 20

“Mas eu não quero conforto. Quero Deus, quero a poesia, quero o perigo autêntico, quero a liberdade, quero a bondade. Quero o pecado.”

Aldous Huxley

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 210

“Se depois de toda tempestade vêm tais calmarias, então que soprem os ventos até acordar a morte!”

William Shakespeare em Otelo

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 208

“A estabilidade não é, nem de longe, tão espetacular quanto a instabilidade. E o fato de se estar satisfeito nada tem da fascinação de uma boa luta contra a desgraça, nada do pitoresco de um combate contra a tentação, ou de uma derrota fatal sob os golpes da paixão ou da dúvida. A felicidade nunca é grandiosa.”

Aldous Huxley

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 194

“Não se pode fazer um calhambeque sem aço, e não se pode fazer uma tragédia sem instabilidade social.”

Aldous Huxley

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 193

“(…), é estranho pensar que, mesmo no tempo de Nosso Ford, a maioria dos jogos não tivessem mais acessórios que uma ou duas bolas, alguns bastões e talvez um pedaço de rede. Imaginem que tolice, permitir que as pessoas se dedicassem a jogos complicados não contribuíam em nada para aumentar o consumo. Atualmente, os Administradores não aprovam nenhum jogo novo, salvo se demonstrar que ele necessita, pelo menos, de tantos acessórios quanto o mais complicado dos jogos existentes.”

Aldous Huxley

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 39

“O remorso, por exemplo, é tão indesejável com relação à nossa arte de má qualidade quanto com relação ao nosso mau comportamento. A má qualidade deve ser identificada, reconhecida e, se possível, evitada no futuro. Esmiuçar as deficiências literárias de vinte anos atrás, tentar remendar uma obra defeituosa para levá-la à perfeição que não teve em sua primeira forma, passar a nossa meia-idade procurando remediar os pecados artísticos cometidos e legados por aquela outra pessoa que éramos nós na juventude – tudo isso, certamente, é vão e infrutífero.”

Aldous Huxley

Livro: Admirável mundo novo (Círculo do Livro, década de 1980 – 1ª Edição 1932) | Autor: Aldous Huxley | Página: 7

“Os porta-vozes do óbvio, do autoevidente e ‘daquilo em que todos acreditamos’ são falsos poetas.”

Milan Kundera

Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmunt Bauman | Páginas: 251 a 252

“Escrever significa para o poeta romper a muralha atrás da qual se esconde alguma coisa que ‘sempre esteve lá’.”

Milan Kundera, L´Art du roman – 1986

Livro: Modernidade Líquida (Zahar, 2021 – 1ª Edição 2000) | Autor: Zygmunt Bauman | Página: 251

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

“Todos os escritores dependem, acima de tudo, dos sacrifícios e do apoio de seus entes queridos, e eu não sou exceção.”

Steven Levy 

Livro: Google a biografia (Universo dos Livros, 2012) | Autor: Steven Levy | Página: 7