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“Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.”

Vinicius de Moraes, Estoril, outubro de 1939 – “Soneto de Fidelidade”

Livro: Vinicius de Moraes – Antologia Poética (Companhia de Bolso, 2009 – 1ª Edição 1954) | Autor: Vinicius de Moraes | Página: 116

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