“No Renascentismo, o unicórnio simbolizava a virgindade.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 411
“O movimento circular não tem início nem fim; volta sobre si mesmo e continua sempre; é movimento sem mudança.”
Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 128
“Basta entrarmos numa catedral gótica, com seus vitrais e seu espaço interior gigantesco, para sentimos o objetivo principal desse estilo: dar a ideia solene e teatral do sobrenatural, da infinita superioridade de Deus sobre os homens. O belo e o feio, para o homem medieval, correspondem ao bem ou ao mal. O belo agrada a Deus e o feio demonstra a inferioridade do Mundo Terreno sobre o Mundo Celeste.”
Flávio D´Aquino sobre a arte gótica do século XI a XIII
Livro: Biblioteca Educação é cultura – Artes Plásticas I (Bloch, 1980) | Autor: Flávio D´Aquino | Página: 21
“Aparentemente, damos um peso às cores. Na realidade, olhando para uma cor damos um valor-peso, mas esse peso é predominantemente psicológico.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 108
“Por ser raro, pouco abundante, a cor ouro tem associações vinculadas à escassez: dinheiro, luxo e até felicidade.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 106
“A cor prata é uma cor que carrega os sentidos do luxo e solenidade, mas a cor principal ainda é ouro. A cor prata fica como uma cor adicional. A cor ouro simboliza o valor ideal e a cor prata, o valor material.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 106
“As qualidades atribuídas à cor rosa são consideradas tipicamente femininas. Simboliza encanto e amabilidade.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 105
“O céu é azul e por isso o azul é a cor do divino, a cor do eterno. A experiência continuada converteu a cor azul na cor de tudo que desejamos que permaneça, de tudo que deve durar eternamente.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 102
“Do latim cinicia (cinza) ou do germânico gris (gris, cinza); nós utilizamos o termo de origem latina. Simboliza a posição intermediária entre luz e sombra. Não interfere junto às cores em geral.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 98
“A palavra branco vem do germânico blank (brilhante). Simboliza a luz, e não deve ser considerado cor, pois de fato não é.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 97
“As cores quentes parecem nos dar uma sensação de proximidade, calor, densidade, opacidade, secura, além de serem estimulantes. Em contraposição, as cores frias parecem distantes, leves, transparentes, úmidas, aéreas, e são calmantes.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 86
“As listas de significados de cores raramente consideram contextos em que cada cor é aplicada, e com quais contrastes presentes. Faz-se aqui uma reiteração (…), enfatizando a relatividade da cor, a importância dos contrastes e o fato de que a cor sempre interage com seu redor.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 131
“(…) as listas de significados de cores geralmente são restritas, pois se referem a categorias amplas. Por exemplo, vejamos uma lista de significados para a cor genérica ‘azul’. Ocorre que o matiz azul pode variar de um azul-turquesa extremamente refrescante até um azul da Prússia, profundo e misterioso.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 130
“As publicações sobre cor são inumeráveis, mas muitas vezes decepcionantes. Nomeadamente publicações recentes, que pretendem estudar a psicologia ou a simbologia das cores. Trata-se de uma literatura frequentemente esotérica, que faz malabarismos com o tempo e espaço, que procura arquétipos ou uma “verdade” transcultural da cor e, portanto, sem qualquer interesse, nem para o investigador, nem para o público.”
Michel Pastoureau
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 130
“De fato, listinhas prontas ou “dicionários” de cores seriam muito práticos, mas veremos que há que se tomar muito cuidado com elas. Trata-se de uma tentativa universalista de categorização de significados das cores, que nem sempre são corretos.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 129