“(…) as categorias da racionalidade nunca podem captar adequadamente a cor.”
Jacqueline Lichtenstein
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 133
“As listas de significados de cores raramente consideram contextos em que cada cor é aplicada, e com quais contrastes presentes. Faz-se aqui uma reiteração (…), enfatizando a relatividade da cor, a importância dos contrastes e o fato de que a cor sempre interage com seu redor.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 131
“(…) as listas de significados de cores geralmente são restritas, pois se referem a categorias amplas. Por exemplo, vejamos uma lista de significados para a cor genérica ‘azul’. Ocorre que o matiz azul pode variar de um azul-turquesa extremamente refrescante até um azul da Prússia, profundo e misterioso.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 130
“As publicações sobre cor são inumeráveis, mas muitas vezes decepcionantes. Nomeadamente publicações recentes, que pretendem estudar a psicologia ou a simbologia das cores. Trata-se de uma literatura frequentemente esotérica, que faz malabarismos com o tempo e espaço, que procura arquétipos ou uma “verdade” transcultural da cor e, portanto, sem qualquer interesse, nem para o investigador, nem para o público.”
Michel Pastoureau
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 130
“De fato, listinhas prontas ou “dicionários” de cores seriam muito práticos, mas veremos que há que se tomar muito cuidado com elas. Trata-se de uma tentativa universalista de categorização de significados das cores, que nem sempre são corretos.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 129
“(…) a cor vermelha aumenta a pulsação, além de causar desconforto. O amarelo também é ativador e causa desconforto. O azul e o verde, (…), são calmantes e agradáveis.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 105
“(…) a percepção de cor é definida pela cor de sua adjacência! O magenta, por exemplo, pode ser considerado quente quando for relativo ao ciano. Entretanto, o mesmo magenta pode ser considerado frio se for adjacente ao vermelho, que contém amarelo em sua composição.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 101
“Ao usar o contraste de saturação em uma imagem, o efeito perceptivo é de maior suavidade na imagem como um todo. Ao mesmo tempo, nos elementos em que permanece matiz puro, criam-se focos de atenção. Esse contraste (…) pode ser aplicado a projetos dirigidos a um público adulto, sem necessidade de alta vibração de cor, podendo-se recorrer a maior sofisticação.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 85
“Um contraste muito importante para a comunicação visual é aquele em que é utilizado o matiz puro adjacente com preto. O efeito perceptivo produzido é de comunicação de vibração.”
Paula Csillag
Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 76