“Eu sou o senhor do meu destino e o capitão da minha alma.”
William Henley, escritor britânico (1849 – 1903)
Livro: Pense e enriqueça (BestSeller, 2023 – Primeira edição 1937) | Autor: Napoleon Hill | Página: 38
“Sente-se numa sala e leia – leia, leia, leia. E leia os livros certos escritos pelas pessoas certas. (…) Quando você encontrar um autor que o prenda de verdade, leia tudo o que ele escreveu. Não diga: ‘Ah, preciso conhecer o que fulano ou beltrano fizeram’, e nunca perca tempo com as listas de best-sellers. Leia apenas o que esse determinado autor tem a lhe oferecer. Depois você poderá ler o que ele tenha lido. Então o mundo se abrirá, em coerência com um certo ponto de vista. Mas quando você salta de um autor para outro, isso o habilita a dizer em que data cada um deles escreveu este ou aquele poema – mas nenhum deles lhe terá dito nada.”
Joseph Campbell
Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 105
“Honrar um pensador não é elogiá-lo, nem mesmo interpretá-lo, mas discutir sua obra, mantendo-o, dessa forma, vivo, e demonstrando, em ato, que ele desafia o tempo e mantém sua relevância.”
Cornelius Castoriadis
Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: prefácio
“Uma vez, (…) estávamos num congresso de escritores em Brasília. Assentados no auditório ouvíamos as doutas palavras que eram ditas no palco onde alguém proclamava as virtudes de um texto literário. A rigor, o texto em questão era a ‘Canção do exílio’, de Gonçalves Dias, que até dez anos atrás todos os brasileiros sabiam de cor, não exatamente por causa da ditadura recente, mas porque era texto que aparecia em todas a antologias escolares.
Quem tem mais de trinta anos e estudou português e não a famigerada comunicação e expressão se lembra dos primeiros versos: Minha terra tem palmeiras / Onde canta o sabiá, / As aves, que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá.”
Affonso Romano de Sant´Anna – 05/01/1989
Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 53
“(…) embora a infeliz ilegibilidade de uma única palavra em seu manuscrito, e sua substituição por uma palavra errada realizada por seu primeiro editor, o imbecil Apellicon, tenha alterado por completo o sentido do capítulo (…).”
Charles S. Peirce sobre a tradução de um manuscrito de Aristóteles
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 144 – Página: 207
“O conhecimento transforma. A partir da leitura, vamos em certa direção com curiosidade intelectual, buscando descobrir mais sobre dado assunto. Quando terminamos o nosso percurso, estamos diferentes. Pois o que descobrimos em nosso caminho frequentemente abre horizontes, destrói preconceitos, cria alternativas que antes não vislumbrávamos. As pessoas à nossa volta permanecem as mesmas, mas a nossa percepção pode se modificar a partir da descoberta de novas perspectivas.”
Isabella F. Gouveia de Vasconcelos, Flávio Carvalho de Vasconcelos e André Ofnhejm Mascarenhas
Livro: Teoria crítica nas organizações (Thomson Learning, 2008) | Autora: Ana Paula Paes de Paula | Página: V
“Ler está para a mente assim como os exercícios físicos estão para o corpo e a oração está para a alma. Nós nos transformamos nos livros que lemos.”
Matthew Kelly
Livro: O milagre da manhã: o segredo para transformar sua vida (antes das 8 horas) (Best Seller, 2024 – Primeira publicação em 2012) | Autor: Hal Elrod | Página: 125
“A paixão pelo pensamento faz Nietzsche organizar sua vida de modo a ter sempre o que pensar. Ele não quer apenas produzir frases que possam ser citadas, mas fazer da sua vida uma base de citações para seu pensar.”
Rüdiger Safranski
Livro: Nietzsche: biografia de uma tragédia (Geração Editorial, 2017) | Autor: Rüdiger Safranski | Página: 166
“Ele me disse que ao ler um autor sempre é atingido apenas por frases breves, que se liga a elas com suas próprias ideias, e sobre esses pilares que assim se oferecem constrói algo novo.”
Ida Overbeck, amiga de Nietzsche
Livro: Nietzsche: biografia de uma tragédia (Geração Editorial, 2017) | Autor: Rüdiger Safranski | Página: 114 | Sobre a maneira que Nietzsche lia livros, “raramente ia até o fim, mas os lia com um instinto certeiro procurando aqueles aspectos relevantes e estimulantes.”