“Quem escreve para o povo deve escrever com simplicidade.”

Carolina Maria de Jesus 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 458 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

“Dia 24 de Fevereiro de 1943 saiu o meu retrato no jornal. Carolina Maria poetisa negra. Fiquei sabendo que sou poetisa.”

Carolina Maria de Jesus 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 282 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

“Lembro, quando mamãe dizia:

– Aprende o corte e custura.

E eu… alegre respondia:

Não. O meu ideal, é literatura.”

Carolina Maria de Jesus 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 225 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

“As estantes superlotadas de livros mas aqueles livros são adornos comprovante de falsa cultura.”

Carolina Maria de Jesus descrevendo uma luxuosa casa que visitou 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 213 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

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“Eu classifico a minha vida assim. O meu livro é um frango. O editor come o pêito. Os livreiros a côxa. E eu os pés e o pescôso.”

Carolina Maria de Jesus 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 164 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

“Fiquei alegre olhando o livro e disse: ‘O que eu sempre invejei nos livros foi o nome do autor’. E li o meu nome na capa do livro. ‘Carolina Maria de Jesus. Diário de uma favelada. Quarto de despejo’. Fiquei emocionada. É preciso gostar de livros para sentir o que eu senti.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 195 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“A transição de minha vida foi impulsionada pelos livros. Tive uma infância atribulada. É por intermédio dos livros que adquirimos boas maneiras e formamos nosso caráter. Se não fosse por intermédio dos livros que deu-me boa formação, eu teria me transviado, porque passei 23 anos mesclada com os marginais.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 195 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“O céu já está salpicado de estrelas. Eu que sou exótica gostaria de recortar um pedaço do céu par fazer vestido.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 32 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“Todos tem um ideal. O meu é gostar de ler.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 26 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“Li um pouco. Não sei dormir sem ler. Gosto de manusear um livro. O livro é a melhor invenção do homem.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 24 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“Quando fico nervosa não gosto de discutir. Prefiro escrever. Todos os dias eu escrevo. Sento no quintal e escrevo.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021  – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 22 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“A história é totalmente verdadeira, pois eu a imaginei do começo ao fim.”

Boris Vian, A espuma dos dias

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Página: 17 | Boris Vian: romancista francês

“A leitura verdadeira me compromete de imediato com o texto que a mim se dá e a que me dou e de cuja compreensão fundamental me vou tornando também sujeito.”

Paulo Freire  

Livro: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (Ed. Paz & Terra, 2022 – Escrito em 1996) | Autor: Paulo Freire | Página: 29

“De uma coisa qualquer texto necessita: que o leitor ou a leitora a ele se entregue de forma crítica, crescentemente curiosa.”

Paulo Freire, setembro de 1996  

Livro: Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa (Ed. Paz & Terra, 2022 – Escrito em 1996) | Autor: Paulo Freire | Página: 21

“A poesia é uma expressão do não ser do poeta. O que escrevo não é o que tenho; é o que me falta. Escrevo porque tenho sede e não tenho água. Sou pote. A poesia é água.”

Rubem Alves 

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 137 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro”

“Nunca pude admirar um poeta que me foi possível ver.”

Bernardo Soares

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 137 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro” | Bernardo Soares é um dos heterónimos de Fernando Pessoa

“Depois de escrever, leio… Por que escrevi isto? Onde fui buscar isto? De onde veio isto? Isto é melhor do que eu…”

Fernando Pessoa  

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 136 – Crônica: “É melhor não comparecer ao encontro”

🔖 Leia uma frase de Rubem Alves a partir deste trecho de Fernando Pessoa:

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