“Em uma palavra: a ciência (buscada de uma maneira crítica e introduzida metodicamente) é a porta estreita que conduz a doutrina da sabedoria, se por esta entendermos não apenas o que se deve fazer, mas o que deve servir de fio condutor aos mestres, para abrir bem e com pleno conhecimento o caminho da sabedoria, que todos devem seguir, preservando os outros de falsos caminhos; (…).”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 174

“Duas coisas enchem a alma de uma admiração e de uma veneração sempre renovadas e crescentes, quanto com mais frequência e aplicação delas se ocupa a reflexão: O céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 172

🔖 Leia outra frase que fala sobre a admiração pelo céu:

“A ação pela qual alguém, com o maior perigo para a sua vida, tenta salvar pessoas de um naufrágio, acabando por perder a vida, pode ser considerada, por um lado, como dever, mas por outro, na sua maior parte, como uma ação meritória; mas a nossa estima por essa ação é muito diminuída quando analisamos o conceito do dever para consigo mesmo, que aqui parece ser desprezado.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Páginas: 167 a 168

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

“Leibniz, por exemplo, depois de ter examinado cuidadosamente um inseto ao microscópio, tornou a pô-lo com cuidado na folha onde o encontrará, porque se instruíra ao observá-lo e, portanto, dele recebera um benefício.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 170

“(…) Deus, enquanto ser primordial universal, é também a causa da existência da substância (uma proposição que não se pode rejeitar sem que se rejeite, ao mesmo tempo, o conceito de Deus como ser de todos os seres e, consequentemente, a sua suficiência relativamente a tudo, da qual tudo depende na teologia) (…).”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 110

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

“Em qualquer ponto do tempo, estou sempre sob a necessidade de ser determinado a agir pelo que não está em meu poder, e a série infinita dos eventos que eu deveria ser levado a seguir e a executar se daria de acordo com uma ordem previamente determinada, que nunca se iniciaria em mim mesmo, e seria uma infinita sucessão de elos naturais, em que não haveria lugar para a liberdade.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 104

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

“É verdade que o homem não é muito santo, mas ele deve ter como santa a humanidade em sua pessoa.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 97

“Sem dúvida, somos membros legisladores de um reino moral, possível mediante a liberdade, proposto pela razão prática em relação a nós, todavia, somos, ao mesmo tempo, súditos, e não se soberano, (…).”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 93

“O respeito é um tributo que não podemos recusar ao mérito, queiramos ou não; quando muito, podemos talvez deixar de manifestá-lo exteriormente, mas não conseguimos impedir de senti-lo interiormente.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 87

“Na presença de um homem de condição inferior, do vulgo, no qual reconheço mais integridade de caráter do que em mim mesmo, inclina-se o meu espírito, queira eu ou não, ainda que eu infunda soberba ao meu porte, para não lhe deixar a minha superioridade passar despercebida.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 87

“Tudo o que causa dano à nossa presunção, julgamos, uma humilhação.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 85

“O bem [Wohl] ou o mal [Übel] significam sempre apenas uma relação como o nosso estado de satisfação ou de desagrado, de prazer e de desprazer; (…).”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Páginas: 69 a 70

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“(…), considerar todo castigo e toda recompensa apenas como instrumento nas mãos de um poder superior, que deveria servir unicamente para por os seres racionais em atividade em vista do seu fim último (a felicidade), resultaria visivelmente em reduzir a sua vontade a um mecanismo que destruiria toda a liberdade, (…).”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Páginas: 48 a 49

“A máxima do amor de si mesmo (a prudência) unicamente aconselha; a lei da moralidade manda. No entanto, há uma grande diferença entre o que nos é aconselhado e aquilo que somos obrigados.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 47

“Ora, a quem deseja o efeito deve também necessariamente aceitar a causa.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 35

“(…), o simples uso da própria força, a consciência da energia da nossa alma em sua luta com os obstáculos que se contrapõem a seus desígnios, o cultivo dos talentos do espírito, etc., todas estas são coisas nas quais se pode achar o prazer, e dizemos, com razão, que são alegrias e prazeres delicados, porque, mais do que os outros, encontram-se em nosso poder, não se gastam com o uso e, pelo contrário, fortalecem o sentimento para deles se usufruir mais ainda; e porque, ao nos deleitarem, nos cultivam.”

Immanuel Kant   

Livro: Crítica da razão prática (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1788) | Autor: Immanuel Kant | Página: 32