“Se desejo compreender uma coisa, devo observá-la, não devo criticá-la, não devo condená-la, não devo desejá-la como um prazer ou evitá-la como um desprazer.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 146

“(…) percebo que sofro porque estou perdido; estou sendo chamado a dar atenção a uma coisa que não desejo olhar; apresenta-se-me, à força, uma coisa que não tenho vontade de ver nem de compreender.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 144

“Mas, ela se foi, e eu fiquei abandonado, perdido, só. Sem ela, nada sou. Por isso, choro; não porque ela se foi, mas porque eu fiquei. Estou só.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 144 | Krishnamurti sobre a morte da pessoa amada.

“Porque está sempre ocupada em evitar, em fugir, em recusar-se a ver o que é, a mente cria seus próprios obstáculos.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 142

“Já tentastes todos os meios de preencher o vazio da solidão. (…) Conseguistes preencher o vazio, ou apenas o tapastes? Se o tapastes apenas, ele continua a existir, e portanto voltará.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 142

“(…) a civilização moderna, baseada que está nestes valores, proporciona-nos esses meios de fuga – fuga através de nossas ocupações, família, nome, estudos, a arte, etc.; toda nossa civilização está baseada nesta fuga.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 141

“Não há liberdade se estais em busca de um fim, porquanto estais preso a esse fim.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 138 a 139

“É isso o que desejamos: queremos aquela mesma felicidade, aquela mesma tranquilidade, aquela mesma alegria interior e, no meio de toda esta insana confusão, desejamos alguém que nos ensine o que fazer.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 135

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

…

“Só o novo pode produzir a transformação, e não o velho. Se seguis o padrão do velho, toda alteração será sempre uma continuidade modificada do velho; não há, aí, nada novo, nada que seja criador.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Páginas: 120 a 121

“Tudo isso está compreendido na esfera do pensamento, e tudo o que nasce do pensamento é condicionado, produto do tempo, da memória; por consequência, não é o real.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 118

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“A felicidade não é produto do ontem, a felicidade não é produto do tempo, a felicidade está sempre no presente, é um estado atemporal.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 112

“Sem dúvida, o homem que cultiva a virtude conscientemente não é virtuoso.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 109

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

…

“Compreendeis que toda reação é condicionada e que, através de condicionamento, não há liberdade possível, (…).”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 101

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

…

“Para compreender qualquer destes problemas, é preciso que a mente esteja muito tranquila, muito silenciosa, para encarar o problema sem interpor ideias ou teorias, sem distração alguma. Esta é uma das nossas dificuldades, pois o pensamento se tornou uma distração.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 97

“Não podeis enfrentar um problema de maneira nova, se não sois simples.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 80

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

…

“Só a mente que é capaz de ajustar-se ao presente, de maneira contínua, momento por momento, pode enfrentar as poderosas influências e pressões com que o ambiente nos assalta a cada instante.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 79 a 80

🔖 Leia outras citações que expressam a mesma ideia:

…

“Nossos problemas – sociais, ambientais, políticos, religiosos – são tão complexos que só poderemos resolvê-los se formos simples, e não se nos tornarmos extraordinariamente eruditos e hábeis. A pessoa simples vê as coisas muito mais diretamente, tem uma experiência muito mais direta do que a pessoa complexa.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 78

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

…

“Interiormente somos prisioneiros dos nossos desejos, das nossas necessidades, de nossas ideias, de inumeráveis impulsos.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 77

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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