“Se desejo compreender alguém, não devo condená-lo; devo observá-lo, estudá-lo. Devo amar a coisa que estou estudando. Se desejamos compreender uma criança, devemos amá-la e não condená-la. Devemos brincar com ela, observar-lhe os movimentos, as idiossincrasias, os modos de conduta; se apenas a condenamos, se lhe resistimos ou reprovamos, não pode haver compreensão da criança.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 41

“Para nos transformarmos é essencial o autoconhecimento; se não sabemos o que somos, não pode haver transformação. Deve o indivíduo conhecer a si mesmo tal como é, e não como deseja ser, pois isso é apenas um ideal e, portanto, fictício, imaginário. Só o que é pode ser transformado, e não aquilo que desejamos ser.”

J. Krishnamurti

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 40

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Por menor que seja nosso mundo, se pudermos transformar nossas relações dentro desse pequeno mundo, essa transformação, qual onda sonora, ir-se-á dilatando constantemente, no mundo exterior. Julgo ser importante compreender bem este ponto, isto é, que o mundo são nossas relações, por mais limitadas que sejam; e que, se pudermos operar uma transformação aí, não uma transformação superficial, porém radical, começaremos a transformar o mundo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 39

“Para transformarmos o mundo, precisamos começar por nós mesmos; e o que é relevante no começar por nós mesmos, é a intenção. A intenção deve ser a de compreendermos a nós mesmos e não de esperarmos que outros se transformem ou realizem uma alteração superficial pela revolução da esquerda ou da direita. Importa compreendermos que esta obrigação é nossa, vossa e minha.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 38

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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“Nossa educação, nossa estrutura social, nossa pretensa vida religiosa, está toda baseada na imitação. Quer dizer, estou ajustado a uma determinada fórmula social ou religiosa. Deixei de ser um verdadeiro indivíduo, e, psicologicamente, tornei-me simples máquina repetitiva, com certas reações condicionadas, de hinduísta, de cristão, budista, alemão, ou inglês. Nossas reações são condicionadas segundo o padrão da sociedade, seja oriental, seja ocidental, religioso ou materialista.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 37

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Tal é o nosso problema. Vemos que a sociedade está ruindo e se desintegrado, e somos nós, – vós e eu – que temos de ser os arquitetos. Este problema é nosso. Cumpre-nos descobrir de novo os valores e construir sobre bases mais profundas e duradouras. Porque, se ficarmos contando com os arquitetos profissionais, os construtores políticos e religiosos, continuaremos exatamente na mesma situação de antes.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 36

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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“A revolução na sociedade deve começar pela transformação interior, a transformação psicológica do indivíduo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 35

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

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“Quando cremos de um modo qualquer – religioso, econômico ou social – quando cremos em Deus, em ideias, num sistema social que separa o homem do homem, no nacionalismo, etc., estamos sem dúvida atribuindo um falso valor à crença, o que denota estupidez, uma vez que a crença divide os homens, não une os homens.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 35

“O que sois o mundo é. Vosso problema, pois, é o problema do mundo.”

 J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 33

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

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“Há diferença entre felicidade e satisfação. Pode-se procurar a felicidade? Talvez se possa achar satisfação, mas, por certo, não se pode achar a felicidade.”

 J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 27

“A compreensão de mim mesmo não depende do tempo; posso compreender-me neste momento exato. (…) A compreensão existe agora, não amanhã. O amanhã é para a mente preguiçosa, a mente que não tem interesse. (…) Se não vos transformardes hoje, nunca mais vos transformareis, porque a transformação que fica para amanhã é simples modificação. A transformação só se realiza imediatamente; a revolução só pode ser agora, e não amanhã.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 26

🔖 Leia outras frases que falam sobre o presente:

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“Por certo, o que sois em vossas relações com outra pessoa, com vossa esposa, vosso filho, vosso patrão, vosso vizinho, é que forma a sociedade. A sociedade, por si só, não existe. A sociedade é aquilo que vós e eu criamos, em nossas relações, é a projeção exterior de todos os nossos estados psicológicos interiores. Portanto, se vós e eu não nos compreendermos, a simples mudança do exterior, que é a projeção do interior, não tem significação, absolutamente; isto é, não pode haver alteração ou modificação significativa da sociedade, enquanto eu não compreender a mim mesmo, nas relações convosco. Se estou confuso, nas minhas relações, crio uma sociedade que é a réplica, a expressão exterior daquilo que sou.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 25

“Só há percebimento no presente; mas se dizeis: ‘fá-lo-ei amanhã’, a onda de confusão vos colherá, e vivereis sempre envoltos em confusão.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 25

🔖 Leia outras frases que falam sobre o presente:

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“As seitas que vos oferecem um sistema para a solução do problema do sofrimento econômico, social ou religioso, são as piores; porque então o sistema se torna mais importante do que o homem – quer se trate de um sistema religioso ou um sistema da esquerda ou da direita. O sistema ganha importância, a filosofia e a ideia também; o homem não; e por causa da ideia, da ideologia, estamos prontos a sacrificar toda a Humanidade, como está, justamente, acontecendo no mundo. (…) O sistema se tornou importante. Por conseguinte, os homens, vós e eu, ficam sem importância e os que manejam o sistema, religioso ou social, da esquerda ou da direita, assumem a autoridade, o poder e, portanto, sacrificam o indivíduo.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 23

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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“Quando há confusão no mundo, psicologicamente e em todos os aspectos, nós nos fechamos em alguma espécie de segurança – um depósito no banco, uma ideologia ou, ainda, recorremos à oração, entramos no templo. Em verdade, esta atitude significa fugir ao que está acontecendo no mundo. Vemos formarem-se seitas e mais seitas, nascerem ‘ismos’ e mais ‘ismos’, no mundo inteiro. Porque, quanto mais confusão existe, tanto mais desejamos um guia, alguém que nos salve desta desordem; por isso apelamos para os livros religiosos ou para um dos instrutores mais em moda ou, então, agimos e reagimos de acordo com um sistema que promete resolver o problema, um sistema da esquerda ou da direita.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 22 a 23

“Conhecer exatamente o que é, o fato real, o fato positivo, – sem interpretá-lo, sem condená-lo ou justificá-lo – tal é, por certo, o começo da sabedoria. É só quando começamos a interpretar, a traduzir em conformidade com nosso condicionamento e preconceito, que a verdade nos foge.”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 20

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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