“As crianças têm predileção, facilmente verificável, pela cor chamada ‘pura’, por serem mais ‘chapadas’ e vibrantes. Mas, para os bebês, os médicos recomendam o tom pastel. Em nossa cultura não é tom incomum usar ‘bebê’ para qualificar um determinado tom claro de azul ou rosa. Em consequência, as embalagens dos produtos que se destinam a essas duas fases da vida devem se ajustar, também, a essas suas necessidades psicológicas.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141
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