“(…) é na espécie; e não no indivíduo, que se enraíza com tanta energia e força a vontade de vida. No indivíduo, pelo contrário, encontra-se apenas a consciência imediata: daí vem a ilusão de presumir-se diferente da espécie, e de então temer a morte. (…) Em conformidade com isso, encontramos a natureza, que enquanto tal é livre daquela ilusão do indivíduo, muito cuidadosa da conservação da espécie e indiferente ao desaparecimento dos indivíduos; para ela, estes são apenas meios e jamais os fins.”
Arthur Schopenhauer
Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 47 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si
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