“Toda paixão, com efeito, por mais etérea que possa parecer, na verdade enraíza-se tão somente no instinto natural dos sexos; e nada mais é que um impulso sexual perfeitamente determinado e individualizado.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 81 – Metafísica do amor

“(…) em nós há alguma coisa que a morte não pode destruir, (…).”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 54 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

🔖 Leia outra citação que expressa a mesma ideia:

…

“Minha alma nasceu de alguma coisa; por isso ela não irá para o nada, uma vez que ela vem de algo.”

Theophrastus Paracelsus 

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 51 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“Do nada, nada vem, e nada pode ser revertido ao nada.”

“Ex nihilo nihil fit, et in nihilum nihil potest reverti.”

Antiga sentença

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 50 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“(…) os organismos inferiores e pouco modificáveis se espalham mais que os superiores; (…).”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 467

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“(…) uma lei observada há muito tempo e que foi analisada por Candolle com relação às plantas, qual seja: quanto mais baixo na escala natural se situa um grupo de organismos, maior se tornará sua capacidade de dispersão.”

Charles Darwin

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 467

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“A Natureza, assim como um jardineiro, costuma tirar as sementes de um determinado canteiro para depositá-las em outro que difere do primeiro, mas no qual, porém, sua sobrevivência será assegurada.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 453

“Espécies que possuem hábitat muito amplo, uma grande quantidade de indivíduos e que já derrotaram muitos concorrentes, que antes viviam em seus atuais domínios, terão mais chances de ocupar novos lugares caso tenham a oportunidade de ser transportadas para outros países e regiões. Nesses novos lares, estarão expostas a novas condições e sofrerão modificações e aperfeiçoamentos, tornando-se assim novamente vitoriosas, produzindo novos grupos de descendentes modificados.”

Charles Darwin  

Livro: A origem das espécies (Ed. Martin Claret, 2004 – 1ª Edição 1859) | Autor: Charles Darwin | Página: 421

🔖 Conheça o conceito de antifrágil de Nassin Taleb, que se assemelha ao conceito de evolução da éspécie:

…

“(…), ao passo que o objetivo, a espécie, aparece como indestrutível, o subjetivo, constituído pela simples consciência de si desses seres, parece ser da mais breve duração e destinado à destruição incessante, para muitas vezes ressurgir do nada, de maneira incompreensível.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 48 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

🔖 Leia outras frases que falam sobre a fragilidade do ser em pro da antifragilidade do coletivo:

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“(…) é na espécie; e não no indivíduo, que se enraíza com tanta energia e força a vontade de vida. No indivíduo, pelo contrário, encontra-se apenas a consciência imediata: daí vem a ilusão de presumir-se diferente da espécie, e de então temer a morte. (…) Em conformidade com isso, encontramos a natureza, que enquanto tal é livre daquela ilusão do indivíduo, muito cuidadosa da conservação da espécie e indiferente ao desaparecimento dos indivíduos; para ela, estes são apenas meios e jamais os fins.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 47 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“A observação empírica nos leva a entender que todas as qualidades distintivas dos pais se reencontram na criança procriada e que, assim, superam a morte.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 44 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“Um castelo imenso, em cujo frontispício se lia: ‘não pertenço a ninguém, e pertenço a todo o mundo: vós lá estivestes antes de entrar, vós lá estareis ainda, quando de lá sairdes.”

Jacques le Fataliste de Diderot

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 43 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si | Frontispício: elemento decorativo da fachada.

🎵 Leia um trecho de música que fala uma sentença parecida:

…

“Não há mais do que um presente, e ele é sempre: pois é a forma única da existência real.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 42 (Nota de rodapé) – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

🔖 Leia outras frases que falam sobre o presente:

…