“(…), ao passo que o objetivo, a espécie, aparece como indestrutível, o subjetivo, constituído pela simples consciência de si desses seres, parece ser da mais breve duração e destinado à destruição incessante, para muitas vezes ressurgir do nada, de maneira incompreensível.”
Arthur Schopenhauer
Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 48 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si
🔖 Leia outras frases que falam sobre a fragilidade do ser em pro da antifragilidade do coletivo:
“Restaurantes são frágeis; eles competem uns com os outros, mas por essa mesma razão o coletivo de restaurantes locais é antifrágil. Se os restaurantes fossem individualmente robustos, portanto, imortais, o negócio como um todo ou ficaria estagnado ou enfraqueceria, e não ofereceria nada além de comida de refeitório (…).”
Nassim Nicholas Taleb
“Para que a economia seja antifrágil e sofra o que se chama de evolução, cada negócio individual deve necessariamente ser frágil, exposto à ruptura – a evolução precisa que os organismos (ou seus genes) morram quando suplantados por outros, a fim de alcançar a melhoria (…).”
Nassim Nicholas Taleb
