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“Um castelo imenso, em cujo frontispício se lia: ‘não pertenço a ninguém, e pertenço a todo o mundo: vós lá estivestes antes de entrar, vós lá estareis ainda, quando de lá sairdes.”

Jacques le Fataliste de Diderot

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 43 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si | Frontispício: elemento decorativo da fachada.

🎵 Leia um trecho de música que fala uma sentença parecida:

“Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo
E todo mundo me quer bem
Eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo
E todo mundo é meu também”

Tribalistas, “Já sei namorar”

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