“Livre-se de toda linguagem cosmética e dê à verdade a chance de se revelar.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 36

🔖Citações que abordam o mesmo tema:

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“Quando as primeiras garfadas têm gosto de abobrinha, não creia que a expectativa do público seja comer filé-mignon no restante da refeição.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky     

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 35

“Quando é preciso divulgar más notícias, o jargão é o grande aliado do idiota nos negócios. Nesse setor as pessoas passam momentos angustiantes quando precisam transmitir uma mensagem negativa, e geralmente dão um jeito de envolver em camadas e camadas de lixo as pepitas de informação verdadeira.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky     

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 34

“Quando não há nada a ser dito, o jargão é a melhor maneira de dizê-lo.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky     

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 34

🔖Citações que abordam o mesmo tema:

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“O jargão não é só o emprego de palavras complicadas para argumentar coisas simples. Por vezes, significa empregar palavras complicadas para argumentar coisa nenhuma.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 33

“Muita gente tenta aparentar ser detentor de conhecimento, e o meio mais barato de fazê-lo é recorrendo ao jargão.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 32

“O jargão autêntico – a linguagem técnica usada entre especialistas autênticos – não constitui um problema. O problema é o jargão gratuito.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 32

🔖 Outra citação que aborda o mesmo tema:

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“Se você conseguir dominar um único elemento da comunicação pessoal que seja mais poderoso que todo o resto (…) é a qualidade de ser digno de estima. Eu a considero o fator mágico porque, se a plateia gostar de você, perdoará praticamente tudo o que você fizer de errado. Se não gostar, você pode cumprir todas as regras e nada disso vai adiantar.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 27

“Quem fala com franqueza é visto como digno de estima, o que constitui grande vantagem.”

Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky     

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 27

“Observo que você utiliza linguagem direta e simples, palavras curtas e sentenças breves. É assim que se escreve o inglês – é o jeito moderno e o melhor. Agarre-se a isso; não deixe futilidades, floreios e palavreados invadirem sua forma de escrever.”

Mark Twain   

Livro: Por que as pessoas de negócios falam como idiotas (Editora Best Seller, 2007) | Autores: Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky | Página: 17

🔖Citações que abordam o mesmo tema:

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“Queremos pôr em prática um pensamento utópico entendido como energia e força de insurreição, como presença e como convite para sonhos emancipatórios, como gesto de ruptura: ousar pensar para além do que se apresenta como ‘natural’, ‘pragmático’, ‘razoável’. Não queremos construir uma comunicada utópica, mas restaurar toda a sua força criativa em sonhos de insubmissão e resistência, justiça e liberdade, felicidade e bondade, amizade e encantamento.”

Texto escrito coletivamente em junho de 2017 por cerca de 30 artistas e militantes.     

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 136

“Há toda uma humanidade se dedicando a fazer um trabalho invisível e superexplorado para criar um mundo adequado ao consumo e à vida institucional. Cabe a essas pessoas lidar com o sujo, o contaminado, a água não potável, o lixo que não é recolhido, os plásticos que invadem tudo, os jardins nos quais as plantas morrem por falta de manutenção, os esgotos que não funcionam, o ar poluído. As outras, então, podem desfrutar a cidade limpa, os jardins, as flores, os passeios tranquilos. A segregação do mundo se dá em uma divisão entre limpeza e sujeira baseada numa divisão racial do espaço urbano e da moradia.”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 127

“O antropólogo David Graeber falou da necessidade de reimaginar a classe trabalhadora com base no que ele chama de classe cuidadora, a classe social cujo ‘trabalho consiste em cuidar de outros seres humanos, plantas e animais.’”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 125

“A análise do trabalho doméstico no âmbito da família deveria ser um ponto de partida para ‘revelar a extensão e a invisibilidade do trabalho reprodutivo privado e público na terra, sua gratuidade e o lucro que a economia do capitalismo obtém dele.”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Páginas: 122 e 123

“Na França, o verão é um período propício à expressão do feminismo civilizatório e de suas fantasias racistas sobre o corpo das mulheres muçulmanas. No verão, ‘a mulher’ deve se despir porque é assim que ela mostra sua liberdade.”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 111

“Essa pacificação do nosso passado militante contribui para nossa dominação no presente. De fato, o poder se serve dessa narrativa para ensinar lições a movimentos recentes. Os padrões de respeitabilidade são estabelecidos para reprimir a raiva e torná-la indigna.”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 105

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“Quando não é possível despolitizar militantes, elas são descritas como raivosas e masculinizadas, extremistas incontroláveis, mulheres indignas do marido (que, no entanto, pode se tornar um ícone), ou então são simplesmente condenadas a desaparecer.”

Françoise Vergès

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Páginas: 103 e 104

“Essa ideia de que o mundo se transformaria se mudássemos de mentalidade, se aprendêssemos a aceitar as diferenças, baseia-se em uma concepção idealista das relações sociais. Mas essa ideia é sedutora porque nos impede de agir em relação a essas estruturas.”

Françoise Vergès  

Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 92