“Queremos pôr em prática um pensamento utópico entendido como energia e força de insurreição, como presença e como convite para sonhos emancipatórios, como gesto de ruptura: ousar pensar para além do que se apresenta como ‘natural’, ‘pragmático’, ‘razoável’. Não queremos construir uma comunicada utópica, mas restaurar toda a sua força criativa em sonhos de insubmissão e resistência, justiça e liberdade, felicidade e bondade, amizade e encantamento.”
Texto escrito coletivamente em junho de 2017 por cerca de 30 artistas e militantes.
Livro: Um feminismo decolonial (Editora UBU, 2020) | Autor: Françoise Vergès | Página: 136
