“A mãe é o primeiro mundo da criança e o último mundo do adulto.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 175 | Página: 100
“O mundo existe porque seus opostos são mantidos em equilíbrio. O racional é contrabalanceado pelo irracional e aquilo que se planeja, pelo que é dado.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 174 | Página: 100
“Essa Déesse Raison espalha uma luz ilusória, que só ilumina o que já sabemos e oculta na escuridão o que seria necessário conhecer e conscientizar.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 173 | Página: 99
“Amor materno que pertence às recordações mais comoventes e inesquecíveis da vida adulta e representa a raiz secreta de todo vir a ser e de toda transformação, o regresso ao lar, o descanso e fundamento originário, silencioso, de todo início e fim.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 172 | Página: 98
“A pergunta não é mais se isto ou aquilo foi visto, ouvido, tocado com as mãos, pesado, contado, pensado e considerado lógico. Mas é: quem vê, quem ouve, quem pensou?”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 149 | Página: 84
“Alguém pode, de boa-fé, convencer-se de que não tem ideias religiosas. Mas ninguém pode colocar-se à margem da humanidade, de forma a não ter nenhuma représentation collective dominante. O seu materialismo, ateísmo, comunismo, socialismo, liberalismo, intelectualismo, existencialismo etc., testemunham contra sua inocência.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 125 | Página: 71
“Em todo caos há um cosmos, em toda desordem uma ordem secreta, em todo capricho uma lei permanente, uma vez que o que atua, repousa no seu oposto.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 66 | Página: 41
“Em que medida o homem se conhece a si mesmo? Bem pouco, como a experiência revela. Assim sendo, resta muito espaço para o inconsciente.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 44 | Páginas: 29 a 30