“Amor materno que pertence às recordações mais comoventes e inesquecíveis da vida adulta e representa a raiz secreta de todo vir a ser e de toda transformação, o regresso ao lar, o descanso e fundamento originário, silencioso, de todo início e fim.”
C. G. Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 172 | Página: 98
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