“A tomada de consciência é provavelmente a experiência mais forte dos tempos primordiais, pois é através dela que se fez o mundo, de cuja existência ninguém suspeitava antes. ‘E Deus disse: Faça-se a luz!’. É a projeção daquela vivência imemorial da consciência se destacando do inconsciente.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 284 | Página: 169

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“Que desespero será necessário ainda até que se abram os olhos dos líderes responsáveis pelo destino da humanidade, a fim de que pelo menos eles mesmos possam resistir à tentação?”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 455 | Página: 255 | Contexto: Escrito durante a Segunda Guerra Mundial.

“Deus nos livre da psicologia, pois tais digressões poder-nos-iam levar ao autoconhecimento! Preferimos as guerras a isso, pois elas são sempre a culpa do outro; ninguém vê que o mundo inteiro está possesso, pois fazemos aquilo que mais tememos e aquilo do que fugimos.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 454 | Página: 255 | Contexto: Escrito durante a Segunda Guerra Mundial.

“É o espírito humano considerado inofensivo, engenhoso, inventivo e sensato, que infelizmente não tem consciência do demonismo inerente a ele. Sim, este faz tudo para não se defrontar com o próprio rosto, e todos nós o ajudamos na medida do possível.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 454 | Página: 254 | Contexto: Escrito durante a Segunda Guerra Mundial.

“O homem conquistou coisas utilitariamente fabulosas, mas em compensação escancarou o abismo no mundo e como conseguirá parar, se ainda for possível?”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 454 | Página: 254 | Contexto: Escrito durante a Segunda Guerra Mundial.

“Toda mãe contém em si mesmo sua filha e toda filha contém em si sua mãe; toda mulher se alarga na mãe, para trás e na filha, para frente.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 316 | Página: 190

“Nenhum arquétipo pode ser resumido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher. Ele existe em si apenas potencialmente e, quando toma forma em alguma matéria, já não é mais o que era antes. Persiste através dos milênios e sempre exige novas interpretações. Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 301 | Página: 181 – 182

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

“O impulso e a compulsão da autorrealização é uma lei da natureza e, por isso, tem uma força invencível, mesmo que o seu efeito seja no início insignificante e improvável.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 289 | Página: 172

“O encontro de muitas pessoas tem uma grande força sugestiva. O indivíduo na multidão torna-se facilmente uma vítima de sua sugestionabilidade. Só é necessário que algo aconteça, por exemplo, uma proposta apoiada por todos para que cada um concorde, mesmo que se trate de algo imoral. Na massa não se sente nenhuma responsabilidade, mas também nenhum medo.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 225 | Página: 129

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

“Só nos apropriamos verdadeiramente de tudo o que vem de fora para dentro, como também de tudo que emerge de dentro, se formos capazes de uma amplitude interna correspondente à grandeza do conteúdo que vem de fora ou de dentro.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 215 | Página: 124

“Se formos tocados por uma grande ideia de fora, devemos compreender que ela só nos toca porque há algo em nós que lhe corresponde e vai ao seu encontro.”

C. G. Jung

Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 215 | Página: 124

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia: