“(…) a persona não passa de uma máscara da psique coletiva. No fundo, nada tem de real; ela representa um compromisso entre o indivíduo e a sociedade, acerca daquilo que alguém parece ser: nome, título, ocupação, isto ou aquilo. De certo modo, tais dados são reais; mas, em relação à individualidade essencial da pessoa, representam algo de secundário, (…).”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 32 a 33

“A este segmento arbitrário da psique coletiva, elaborado às vezes com grande esforço, dei o nome de persona. A palavra persona é realmente uma expressão muito apropriada, porquanto designava originalmente a máscara usada pelo ator, significando o papel que ia desempenhar. (…) Como seu nome revela, ela é uma simples máscara da psique coletiva, máscara que aparenta uma individualidade, procurando convencer aos outros e a si mesma que é uma individualidade, quando, na realidade, não passa de um papel, no qual fala a psique coletiva.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 32

🔖 Outro livro que aborda a mesma ideia:

…

“Para descobrirmos o que é autenticamente individual em nós mesmos, torna-se necessária uma profunda reflexão; a primeira coisa a descobrirmos é quão difícil se mostra a descoberta da própria individualidade.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 30

“O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individualização: sua tendência a imitação. (…) A base da ordem social não é a lei, mas a imitação, este último conceito abarcando também a sugestionalidade, a sugestão e o contágio mental.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 29

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Todos os instintos básicos e formas fundamentais do pensamento e do sentimento são coletivos.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 29

🔖 Outras citações que abordam a ideia do inconsciente coletivo:

…

“Todo indivíduo é, inconscientemente, pior em sociedade do que quando atua por si só. O motivo é que a sociedade o arrasta e na mesma medida o torna isento de sua responsabilidade individual. Um grupo numeroso de pessoas, ainda que composto de indivíduos admiráveis, revela a inteligência e moralidade de um animal pesado, estúpido e predisposto à violência.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

“Quanto maior for uma comunidade e quanto mais a soma dos fatores coletivos, peculiar a toda grande comunidade, repousar sobre preconceitos conservadores, em detrimento da individualidade, tanto mais o indivíduo será moral e espiritualmente esmagado. O resultado disto é a obstrução da única fonte de progresso moral e espiritual da sociedade. Nestas condições só poderão prosperar a sociedade e o que é coletivo no indivíduo.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 27

“A formação do prestígio é sempre um produto do compromisso coletivo: não só deve haver alguém que deseje o prestígio, como um público que procure alguém para prestigiar. Assim sendo, seria inexato dizer que alguém adquire prestígio devido à sua vontade de poder individual; trata-se, muito mais, de uma questão coletiva.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 25

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Na psique coletiva abrigam-se todas as virtudes específicas e todos os vícios da humanidade e todas as outras coisas. Alguns se apropriam da virtude coletiva como de um mérito pessoal, outros encaram o vício coletivo como uma culpa que lhes cabe. As duas posições são tão ilusórias quanto a mania de grandeza e o sentimento de inferioridade.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 24

“A relação da psique pessoal com a psique coletiva corresponde, mais ou menos, à relação do indivíduo com a sociedade. Do mesmo modo que o indivíduo não é apenas um ser singular e separado, mas também um ser social, a psique humana também não é algo isolado e totalmente individual, mas também um fenômeno coletivo.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Páginas: 21 a 22 

“O inconsciente jamais se acha em repouso, no sentido de permanecer inativo, mas está sempre empenhado em agrupar e reagrupar seus conteúdos.”

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 4

“O inconsciente também inclui componentes que ainda não alcançaram o limiar da consciência. Constituem eles as sementes de futuros conteúdos conscientes.” 

C. G. Jung

Livro: O eu e o inconsciente. (Ed. Vozes, 1987 – 1ª Edição 1934) | Autor: C. G. Jung | Página: 3

“Não podemos legitimar usar rótulos como desculpas para o nosso insucesso em propiciar ambientes adequados de aprendizagem.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 27 | Contexto: Rótulos como “criança com problemas emocionais”, “insegura” ou “incapacitada para aprendizagem”.

🔖 Outra citação que aborda a mesma ideia:

…

“A punição não é necessariamente o oposto de reforçamento, e nem sempre resulta em melhora de comportamento.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 22

“Consequências que são reforçadoras para algumas pessoas podem não funcionar efetivamente como reforçamento para outras. Algumas pessoas andariam quilômetros para conseguir um cigarro, enquanto outras não o aceitariam nem de graça.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 3 – Modificação de comportamento: Aplicações na escola e no lar (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 20 | Contexto: Reforço positivo

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Um problema associado ao uso da punição na modificação de comportamento é que a pessoa que aplica a punição, e a situação punitiva, podem se tornar um agente punitivo secundário ou condicionado. Assim, a professora ou os pais e a escola ou o lar podem tornar-se estímulos punitivos que levam ao comportamento de esquiva ou fuga.”

R. Vance Hall   

Livro: Manipulação de Comportamento Parte 2 – Modificação de comportamento: Princípios Básicos (Ed. da Universidade de São Paulo, 1973) | Autor: R. Vance Hall | Página: 24

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…