“Se adotarmos a definição de Losada (1960), o tom é aquilo a que normalmente denominamos de cor. Englobamos na denominação tom as cores primárias e compostas. Portanto, tom é a variação qualitativa da cor, e, nesse sentido, está diretamente relacionado aos vários comprimentos de onda.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 70

“É importante saber que as cores aditivas são as cores da luz, (são as cores da televisão por exemplo) e as cores subtrativas são as cores dos impressos em geral, como livros e revistas.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 63

“Magenta é o nome para indicar a cor púrpura, e se produz pela superposição do azul-violeta com o vermelho. Trata-se de um vermelho isento de amarelo e de azul.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 63

“O branco e o preto não existem no espectro solar. A cor branca é a síntese aditiva de todas as cores, e a cor preta, o resultado da síntese subtrativa, (…).”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 63

“As sensações visuais acromáticas são aquelas que têm apenas a dimensão da luminosidade. Elas não são cores. Incluem-se todas as tonalidades entre o branco e o preto, (…).”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 62

“Podemos dizer que a cor – essa palavra mágica e lúdica que invade e participa de todos os domínios da nossa vida – constitui um evento psicológico.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 60

“(…) a percepção é um processo. Baseia-se na ação, na probabilidade e na experiência. A imagem que percebemos é um elemento de um processo – o processo de perceber.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 30

“(…) a cor real é algo físico, mas o que percebemos é o resultado de uma experiência psicológica individual.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos   

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 7

“Lembre-se de que não tínhamos um nome para a cor azul, mas conseguíamos passar muito bem sem essa palavra – ao longo de boa parte da história humana, permanecemos culturalmente, e não biologicamente, daltônicos.”

Nassim Nicholas Taleb    

Livro: Antifrágil – Coisas que se beneficiam com o caos (Ed. Objetiva, 2020) | Autor: Nassim Nicholas Taleb | Página: 347

“Se a imagem usada para certa mensagem não é objetiva, tem muito menos possibilidades de comunicação visual: é necessário que a imagem usada seja legível para todos e por todos da mesma maneira; caso contrário não há comunicação visual, aliás não há nem mesmo comunicação: há confusão visual.”

Bruno Munari     

Livro: Design e comunicação visual (Ed. Martins Fontes, 1997) | Autor: Bruno Munari | Página: 8

“As cores influenciam o ser humano e seus efeitos, tanto de caráter fisiológico como psicológico, intervêm em nossa vida, criando alegria ou tristeza, exaltação ou depressão, atividade ou passividade, calor ou frio, equilíbrio ou desequilíbrio, ordem ou desordem etc.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos   

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 2

“(…) a cor vermelha aumenta a pulsação, além de causar desconforto. O amarelo também é ativador e causa desconforto. O azul e o verde, (…), são calmantes e agradáveis.”

Paula Csillag

Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 105

“(…) a percepção de cor é definida pela cor de sua adjacência! O magenta, por exemplo, pode ser considerado quente quando for relativo ao ciano. Entretanto, o mesmo magenta pode ser considerado frio se for adjacente ao vermelho, que contém amarelo em sua composição.”

Paula Csillag

Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 101

“Outra maneira de comunicar suavidade por meio de contrastes cromáticos é pelo uso de contrastes entre o que normalmente se denominam tons pastéis.”

Paula Csillag

Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 88

“Ao usar o contraste de saturação em uma imagem, o efeito perceptivo é de maior suavidade na imagem como um todo. Ao mesmo tempo, nos elementos em que permanece matiz puro, criam-se focos de atenção. Esse contraste (…) pode ser aplicado a projetos dirigidos a um público adulto, sem necessidade de alta vibração de cor, podendo-se recorrer a maior sofisticação.”

Paula Csillag

Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 85

“Um contraste muito importante para a comunicação visual é aquele em que é utilizado o matiz puro adjacente com preto. O efeito perceptivo produzido é de comunicação de vibração.”

Paula Csillag

Livro: Comunicação com cores – Uma abordagem científica pela percepção visual (Senai – SP Ed., 2015) | Autora: Paula Csillag | Página: 76

“Designers de formulários tornam-se arquitetos de escolhas. Eles precisam elencar de maneira cuidadosa as opções apresentadas ao leitor e organizá-las de modo que o leitor possa fazer sua escolha. As pessoas são sensíveis à autoridade de um formulário, e isso faz com que sua arquitetura permita sua manipulação. Um bom arquiteto pode elaborar o formulário de modo a favorecer certos resultados.”

Ruben Pater

Livro: Políticas do Design – Um guia (não tão) global de comunicação visual (Ubu Editora, 2020) | Autor: Ruben Pater | Página: 168

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