“O símbolo do escoteiro é a flor-de-lis que aponta para o norte nos mapas e bússolas. É o distintivo do escoteiro porque aponta na direção certa, e para o alto.”

Lord Baden-Powell         

Livro: Escotismo para rapazes (Editora da União dos Escoteiros do Brasil, 1986 – Publicado originalmente em 1907) | Autor: Lord Baden-Powell | Página: 49

“Um dos principais objetivos dos gestores dos parques da Disney é fazer com que os parques pareçam novos todas as manhãs.”

Manoel Carlos Junior    

Livro: Experiencialize! – Os 7 passos para transformar produtos e serviços em experiências (Editor Manoel Carlos de Carvalho Junior, 2020) | Autor: Manoel Carlos Junior | Página: 82

“O olfato contribui com 5% da capacidade de memorização, a audição com 9%, o tato e o paladar juntos somam 11% (memória mecânica) e a visão com 75%.”

Veronis, Shler e Assoc. apud Blessa, 2007   

Livro: Experiencialize! – Os 7 passos para transformar produtos e serviços em experiências (Editor Manoel Carlos de Carvalho Junior, 2020) | Autor: Manoel Carlos Junior | Página: 64

“Desde a Idade Média, há referências ao marrom como a cor das roupas populares (…). Era a cor dos tecidos que não haviam sido tingidos.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos     

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 104

“Antes de os europeus conhecerem as laranjas, não existia a cor laranja. É inútil procurar uma referência a esta cor em livros antigos.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 100

“(…) recomenda-se não pintar de branco o teto do quarto onde um doente tenha de permanecer por muito tempo. Como o branco reflete intensamente a luz, pode ocorrer o fenômeno de ofuscamento, que tem a propriedade de ocasionar no doente uma sensação de cansaço e de peso na cabeça, considerando-se o fato de ele, na maior parte das vezes, ser obrigado a repousar de costas e, inevitavelmente, fixar os olhos no teto. O cansaço que parecia ilógico para um indivíduo em repouso encontra assim uma explicação.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 91

“Magenta é o nome para indicar a cor púrpura, e se produz pela superposição do azul-violeta com o vermelho. Trata-se de um vermelho isento de amarelo e de azul.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos    

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 63

“À medida que envelhece, o indivíduo vai perdendo a sensibilidade ao azul, devido a uma alteração química do cristalino. Um adulto distingue menos tonalidades de azul que uma criança.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos   

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 55

“(…) os táxis são amarelos, pois essa cor constitui a maior sensação visual contra o fundo cinzento de uma cidade ou contra as noites escuras. Os táxis são assim facilmente reconhecíveis.”

Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos   

Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 23

“Lembre-se de que não tínhamos um nome para a cor azul, mas conseguíamos passar muito bem sem essa palavra – ao longo de boa parte da história humana, permanecemos culturalmente, e não biologicamente, daltônicos.”

Nassim Nicholas Taleb    

Livro: Antifrágil – Coisas que se beneficiam com o caos (Ed. Objetiva, 2020) | Autor: Nassim Nicholas Taleb | Página: 347