“(…) Arquimedes, que, ao descobrir a lei do empuxo, teria gritado ‘Eureca’, que em grego significa ‘descobri’.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 152

“A descoberta da penicilina foi acidental. Alexander Fleming estava cultivando colônias de bactérias e observou que elas morriam em torno de uma mancha de bolor formada casualmente. Investigando o novo fato, reconheceu fungos do gênero Penicillium. Por analogia, supôs que, se o bolor destruía as bactérias na cultura in vitro, poderia ser usado como medicamento para curar doenças no corpo vivo.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 103

“Seu nome não era realmente Platão, e sim Arístocles. Platão, que significa ‘amplo’, em referência à constituição física do filósofo, que tinha costas largas.”

Editora Astral Cultural    

Livro: Coleção saberes: 100 minutos para entender Platão (Astral Cultural, 2022) |  Página: 13

🔖 Leia um trecho de outro livro que fala sobre o mesmo fato:

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“Eis a origem da ideia do sepultamento. É colocar alguém de volta no útero da mãe-terra, para o renascimento.”

Joseph Campbell     

Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 226

“Há uma ideia antiga a respeito de ficar frenético, na guerra, de excitar os guerreiros antes da batalha. Eles deviam de fato entrar em estado de loucura durante a batalha – o frenesi da batalha.”

Joseph Campbell    

Livro: O poder do mito (Palas Athena, 1990) | Autor: Joseph Campbell com Bill Moyers | Página: 92

“Daltônico: um sujeito que confunde as cores. O nome vem de Dalton, que em 1794 fez essa espantosa descoberta: algumas pessoas confundem o verde com o vermelho, outras o amarelo com laranja.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 09/06/1985

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 72

“Ainda bem que lhe disseram: – lugar de daltônico é na Aeronáutica, é lá que eles precisam de gente assim, pois o daltônico é capaz de descobrir as camuflagens do exército inimigo.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 09/06/1985

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 72

“A primeira máquina foi inventada por Christopher Scholes, em 1873, para melhorar a caligrafia. Mas ela apresentava um problema: se a pessoa datilografava com muita velocidade, os tipos se chocavam e travavam a máquina. Então Scholes desenhou o teclado QWERTY, um teclado que obrigava os datilógrafos a andarem devagar.”

Paulo Coelho 

Livro: Veronika decide morrer (Objetiva, 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 177

“Outro fato familiar é que percebemos, ou parecemos perceber, certos objetos diversamente daquilo que realmente são, acomodando-os à sua intenção manifesta. Os revisores de provas recebem altos salários porque as pessoas comuns deixam de ver erros, de imprensa, uma vez que seus olhos os corrigem.”

Charles S. Peirce  

Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 185 – Página: 228

“Sugeriu-se, a certa altura, que o psiquiatra tomasse LSD para descobrir como se sente quem esteja mentalmente perturbado.”

B. F. Skinner  

Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 159

“Mas o que significa viscosidade? Antigamente, para pegar pássaros, usava-se um material grudento, o qual era feito de viscus, designação latina do visco. O termo acabou por significar ‘possuindo consistência viscosa ou pegajosa’, sendo a viscosidade ‘o estado ou qualidade de ser pegajoso ou viscoso’.”

B. F. Skinner  

Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 139

“- Você sabe de onde vem a palavra ‘asilo’? (…) Vem da Idade Média, do direito que as pessoas tinham de buscar refúgio em igrejas, lugares sagrados.”

Paulo Coelho  

Livro: Veronika decide morrer (Objetiva, 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 24

“Após adquirir diversas pequenas mercearias em 1934, Sylvan Goldman percebeu que seus clientes paravam de comprar quando suas cestas de compra ficavam pesadas demais. Isso o inspirou a inventar o carrinho de compras, que em sua forma inicial era uma cadeira dobrável equipada com rodas e um par de cestas de metal pesadas. O invento tinha um aspecto tão estranho que, de início, nenhum dos fregueses de Goldman estava disposto a usá-lo – mesmo depois de ele fabricar um suprimento mais do que adequado, colocar diversos carrinhos num local visível da loja e instalar cartazes descrevendo seu uso e benefícios. Frustrado e quase desistindo, experimentou mais uma ideia para reduzir a incerteza dos clientes – baseada na aprovação social. Contratou compradores para andar com os carrinhos pela loja. Como resultado, seus verdadeiros clientes começaram a imitá-los. Sua invenção arrebatou o país e ele morreu riquíssimo, com um património de mais de 400 milhões de dólares.”

Dauten, 2004         

Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 145

“Segundo o direito ateniense, Sócrates era um criminoso, e a sua condenação nada tinha de injusto. Contudo, o seu crime, a saber, a independência do seu pensamento, era útil não só à humanidade mas também à sua pátria: servia para preparar uma moral e uma fé novas de que os atenienses necessitavam naquele momento, porque as tradições de que tinham vivido até então já não estavam em harmonia com as suas condições de existência.”

Émile Durkheim     

Livro: As regras do método sociológico (Martin Claret, 2006 – Publicado originalmente em 1895) | Autor: Émile Durkheim | Páginas: 86 a 87

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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“(…) o ator Jim Carrey, que escreveu um cheque para si mesmo em 1987 no valor de dez milhões de dólares. Ele colocou a data como ‘Dia de Ação de Graças, 1995’ e adicionou a descrição: ‘Pelos serviços de atuação prestados.’ Em seguida visualizou isso por vários anos e em 1994 recebeu dez milhões de dólares pelo papel principal no file Débi e Loide.”

Hal Elrod  

Livro: O milagre da manhã: o segredo para transformar sua vida (antes das 8 horas) (Best Seller, 2024 – Primeira publicação em 2012) | Autor: Hal Elrod | Página: 116

🔖 Leia outras citações que abordam o mesmo tema:

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“Nos tempos de Nietzsche a juventude burguesa ainda queria parecer velha. Naquela época, juventude era antes uma desvantagem na carreira. Recomendavam-se meios de fazer a barba crescer mais depressa, óculos eram símbolo de status. Imitavam-se os pais usando colarinho duro, os adolescentes eram enfiados em casacas e aprendiam a andar da maneira comedida.”

Rüdiger Safranski   

Livro: Nietzsche: biografia de uma tragédia (Geração Editorial, 2017) | Autor: Rüdiger Safranski | Página: 293

“Pensemos em Henry Ford, o fundador da Ford Motor Company. Um dos homens mais ricos do mundo no século XX, Ford era uma versão moderna do tipo de demagogo extremista contra o qual Hamilton advertira. Usando o seu semanário Dearborn Independent como um megafone, ele vociferava contra banqueiros, judeus e bolcheviques, publicando artigos que afirmavam que os interesses bancários judaicos estavam conspirando contra os Estados Unidos. Suas opiniões atraíram elogios de racistas em todo o mundo. Ele foi mencionado com admiração por Adolf Hitler em Minha Luta e descrito pelo futuro líder nazista Himmler como ‘um dos nossos combatentes mais valorosos, importantes e engenhosos’. Em 1938, o governo nazista o condecorou com a Ordem de Mérito da Águia Alemã.”

Steven Levitsku e Daniel Ziblatt  

Livro: Como as democracias morrem (Zahar, 2018) | Autores: Steven Levitsky e Daniel Ziblatt | Página: 50

“(…) do pai a vontade ou o caráter; da mãe, o intelecto; de ambos a constituição física; (…).”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 85 – Metafísica do amor

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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