“(…) o sentimento se constrói pelas ações que realizamos; (…).”
Jean-Paul Sartre
Livro: O existencialismo é um humanismo (Vozes, 2014 / 5ª Reimpressão 2022 – Publicado originalmente em 1946) | Autor: Jean-Paul Sartre | Página: 27
“Aprendi com Albert Schweitzer, desde a minha juventude, que a ‘reverência pela vida’ é o supremo princípio ético do amor.”
Rubem Alves
Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 101 – Crônica: “Sobre a morte e o morrer” | Albert Schweitzer: teólogo e filósofo alemão
“Se há Cupido, é só teu rosto, que ele foi quem me venceu.”
Tomás Antônio Gonzaga | Primeira Parte – Lira II
Livro: Marília de Dirceu (Ed. Garnier, 2019 – a 1ª parte foi publicada originalmente em 1792 e a 2ª em 1799) | Autor: Tomás Antônio Gonzaga | Página: 27 | Na Lira, Tomás Antônio Gonzaga refuta a imagem típica do Cupido como um anjo com flechas na mão.
“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente.”
Clarice Lispector
Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Páginas: 179 a 180
“Não existe, todavia, receita tão infalível quanto estar de alma limpa e coração à larga. Nenhum remorso na mente, pelo que se passou na noite anterior; nenhuma lembrança daquilo que melhor fora esquecer. E batendo o coração em uníssono com o de alguém mais, então ninguém segura a felicidade do dorminhoco ao despertar.”
Fernando Sabino
Livro: A chave do Enigma (Ed. Record, 2001) | Autor: Fernando Sabino | Página: 67 – Crônica: “Bom Humor Matinal”
“Amigos que a amem e que tenham carinho pela sua vida são os melhores sóis do mundo.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 367
“O desejo de forçar o amor a prosseguir somente no seu aspecto mais positivo é o que faz com que o amor acabe morrendo, e para sempre.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 165
“Quem vive sob a condução da razão esforça-se o quanto pode para compensar com Amor, ou seja, com Generosidade, o Ódio, a Ira, o Desprezo, etc. do outro para consigo.”
Benedictus de Spinoza
Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 451
“O Ódio plenamente vencido pelo Amor converte-se em Amor; e por causa disso o Amor é maior do que se o ódio não o tivesse precedido.”
Benedictus de Spinoza
Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 307
“(…) conversar e rir juntos e comprazer um ao outro afetuosamente, ler juntos livros de suave elóquio, brincar juntos e juntos ficar sérios, discordar de vez em quando sem ódio, como um homem consigo mesmo, e misturar essa discórdia raríssima com frequentes concórdias, ensinar um ao outro e aprender um do outro, desejar quem se ausentava com nostalgia, receber quem chegava com alegria. Esses sinais e outros semelhantes procedem do coração de quem ama e é amado, através da boca, da língua, dos olhos e de mil movimentos agradabilíssimos, como combustíveis para derreter as almas e de muitas fazer uma só.”
Santo Agostinho
Livro: Santo Agostinho – Confissões (Penguin Classics Companhia das Letras, 2017 – Escrito de 397 a 400 d. C.) | Autor: Santo Agostinho | Páginas: 105 a 106 | Contexto: Santo Agostinho referindo-se ao amor entre amigos. O amor entre homem e mulher é reprimido por Santo Agostinho por representar pecado, ou pela ideia de que o casamento pode dificultar o homem na busca de Deus ou da Sabedoria.
“Alguém disse com razão de um amigo seu: ‘a metade de minha alma’. De fato, sentia minha alma e a alma dele como se fossem uma única alma em dois corpos, e por isso sentia horror à vida, porque não queria viver pela metade; mas por isso talvez tivesse medo de morrer, porque não queria que morresse inteiramente aquele que tanto amara.”
Santo Agostinho
Livro: Santo Agostinho – Confissões (Penguin Classics Companhia das Letras, 2017 – Escrito de 397 a 400 d. C.) | Autor: Santo Agostinho | Página: 104 | Contexto: Santo Agostinho relatando a dor de perder um amigo.
“Amor não é o que sentimos pelo outro, mas como nos comportamos em relação ao outro.”
Analisa de Medeiros Brum
Livro: Endomarketing de A a Z – Como alinhar o pensamento das pessoas à estratégia da empresa (Integrare Editora, 2010) | Autora: Analisa de Medeiros Brum | Página: 24