“(…) o verdadeiro amor se modifica com o tempo, e cresce, e descobre novas maneiras de se expressar.”

Paulo Coelho   

Livro: Veronika decide morrer (Objetiva, 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 51

Livro: Palavras essenciais (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 25

“O amor é olhar as mesmas montanhas por ângulos diferentes.”

Paulo Coelho em “As Valkírias”      

Livro: Palavras essenciais (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 27

“Amor só descansa quando morre. Um amor vivo é um amor em conflito.”

 Paulo Coelho em “As Valkírias”      

Livro: Palavras essenciais (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 26

“Toda a vida do homem sobre a face da terra se resume a buscar o Amor. Não importa se ele finge correr atrás de sabedoria, de dinheiro ou de poder.”

Paulo Coelho em “Brida”      

Livro: Palavras essenciais (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998) | Autor: Paulo Coelho | Página: 26

“Quando se ama não temos necessidade nenhuma de entender o que acontece, porque tudo passa a acontecer dentro de nós, (…).”

Paulo Coelho  

Livro: O alquimista (Editora Rocco, 1989 – Primeira publicação em 1988) | Autor: Paulo Coelho | Página: 221

Esta frase é citada também no livro “Palavras essenciais” (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998), de Paulo Coelho, página 24: “Quando se ama, não é preciso entender o que acontece lá fora, porque tudo passa a acontecer dentro de nós.”

“(…) sempre existe no mundo uma pessoa que espera a outra, seja no meio de um deserto, seja no meio das grandes cidades. E quando estas pessoas se cruzam, e seus olhos se encontram, todo o passado e todo o futuro perde qualquer importância, e só existe aquele momento, (…).”

Paulo Coelho  

Livro: O alquimista (Editora Rocco, 1989 – Primeira publicação em 1988) | Autor: Paulo Coelho | Página: 154

Esta frase é citada também no livro “Palavras essenciais” (Vergara & Riba Editoras S.A., 1998), de Paulo Coelho, página 32.

“Para amar qualquer coisa basta perceber que ela pode ser perdida.”

C. K. Chesternon  

Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 258

“Só as pessoas que vivem isoladas, atrás das suas muralhas, falam de dever e responsabilidade. O homem que ama não fala de responsabilidade: ama.”

J. Krishnamurti 

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 150

“O amor não é memória. O amor não é experiência. Não é amor pensarmos na pessoa que amamos, pois isso é apenas pensamento. Não se pode pensar o amor. (…) O amor, por conseguinte, não é uma experiência.

Quando há amor, há ação, (…).”

J. Krishnamurti  

Livro: A primeira e última liberdade (Cultrix, 1981 – Primeira publicação em 1954) | Autor: J. Krishnamurti | Página: 49

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

…

“Sempre existe alguém, que é ráio de sol de nossa vida.”

Carolina Maria de Jesus 

Livro: Casa de alvenaria, volume 2: Santana (Companhia das letras, 2021 – Escrito em 1960 e publicado originalmente em 1961) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 328 | A fim de resguardar a integridade da voz e da escrita de Carolina, esta edição mantêm todos as grafias destoantes dos dicionários do início da década de 1960, quando o livro foi escrito.

🔖 Leia outra citação que expressa a mesma ideia:

…

“Ele disse me que o amor de cigano é imenso igual ao mar. É quente igual ao sol.”

Carolina Maria de Jesus  

Livro: Quarto de despejo: diário de uma favelada (Editora Ática, 2014 / 10ª edição 2021 – Publicado originalmente em 1960) | Autora: Carolina Maria de Jesus | Página: 149 | A edição respeita fielmente a linguagem da autora, que muitas vezes contraria a gramática, incluindo a grafia e a acentuação das palavras, mas que por isso mesmo traduz com realismo a forma de o povo enxergar e expressar seu mundo.

“Toda paixão, com efeito, por mais etérea que possa parecer, na verdade enraíza-se tão somente no instinto natural dos sexos; e nada mais é que um impulso sexual perfeitamente determinado e individualizado.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 81 – Metafísica do amor