“(…) nada é diferente enquanto não fizer diferença (…).”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 31
“O autoconhecimento é de origem social. Só quando o mundo privado de uma pessoa se torna importante para as demais pessoas é que ela se torna importante para ela própria. Ele então ingressa no controle de comportamento chamado conhecimento. (…) Uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’ por meio de perguntas que lhe foram feitas está em melhor posição de prever e controlar seu próprio comportamento.”
B. F. Skinner
Livro: Sobre o behaviorismo (Cultrix, 2006 – Primeira publicação: 1974) | Autor: B. F. Skinner | Página: 31
“Quando um ouvinte ouve o termo ‘luz’, ele cria em sua mente uma imagem desse termo, e passa pelo mesmo processo de pensamento que é atribuído a Elohim no primeiro capítulo do Gênese. ‘E Deus disse, Que haja luz; e houve luz. E Deus viu a luz, viu que isso era bom’. – ou seja, que a luz realmente era aquilo que se pretendia criar. Equivalia a dizer ‘isso é luz’! Até que se realize esse processo, o nome não suscita significado algum na mente do ouvinte.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 341 – Página: 93
“A verdade é que meu ensaio de 1867 foi talvez o menos insatisfatório, de um ponto de vista lógico, que jamais consegui produzir; e durante muito tempo, a maioria das modificações que nele tentei introduzir só me introduziram ainda mais no caminho do erro.”
Charles S. Peirce
Livro: Semiótica (Perspectiva, 2010) | Autor: Charles S. Peirce (1839 – 1914) | Parágrafo: 320 – Páginas: 92 a 93
“Um ser que tem alma é um ser vivo. Alma é o que vive no homem, aquilo que vive por si só gera vida; por isso Deus insuflou em Adão um sopro vivo a fim de que ele tivesse vida. Com sua astúcia e seu jogo de ilusões a alma seduz para a vida a inércia da matéria que não quer viver. Ela (a alma) convence-nos de coisas inacreditáveis para que a vida seja vivida. (…) Assim como Eva, no paraíso, não sossegou até convencer Adão da excelência da maçã proibida. Se não fosse a mobilidade e iridescência da alma, o homem estagnaria em sua maior paixão, a inércia.”
Carl Gustav Jung
Livro: Os arquétipos e o inconsciente coletivo (Ed. Vozes, 2018 – Trabalhos publicados entre 1933 e 1955) | Autor: C. G. Jung | Parágrafo: 56 | Página: 35
“Observe algo revelador: nossa era moderna, muitas vezes denominada Era da Informação, nunca foi chamada de Era do Conhecimento. Informação não se transforma diretamente em conhecimento. Precisa primeiro ser processada: acessada, absorvida, compreendida, integrada e retida.”
Robert B. Cialdini
Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 300
“(…) com o sofisticado aparato mental que utilizamos para dominar o mundo como espécie, criamos um ambiente tão complexo, dinâmico e cheio de informações que, cada vez mais, precisamos lidar com ele à maneira dos animais, que há tanto tempo superamos.”
Robert B. Cialdini
Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 297
“(…) talvez a estratégia mais eficaz não seja divulgar seus pontos de vista impopulares, mas conseguir que sejam oficialmente censurados e depois divulgar a censura.”
Robert B. Cialdini
Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 273
“Uma teoria importante explica em termos evolutivos a primazia da perda sobre o ganho. Se alguém possui o suficiente para sobreviver, um aumento nos recursos pode ajudar, mas uma diminuição desses mesmos recursos talvez fosse fatal. Desse modo, uma sensibilidade especial à possibilidade de perda seria favorável à adaptação.”
Haselton e Nettle, 2006
Livro: As armas da persuasão (Sextante, 2023 – Primeira publicação: 1984) | Autor: Robert B. Cialdini | Página: 263