“(…) a escravidão grega atinge o seu apogeu: em todas as atividades artesanais encontramos o braço escravo, ‘libertando’ o cidadão para as funções teóricas, políticas e de lazer, consideradas mais nobres.”

 Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires sobre Atenas no séc. V a.C.  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 218 a 219

“A palavra conflito sempre teve sentido pejorativo, de algo que se devesse ser evitado a qualquer custo. Ao contrário, divergir é inerente a uma sociedade pluralista.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 210

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

“A democracia supõe o exercício da cidadania, pela qual os homens abandonam os maus hábitos da passividade e do individualismo para se tornarem mais participantes e conscientes da ‘coisa pública’.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 205

“Como os publicitários bem o sabem, as respostas e as atitudes eliciadas por lindas garotas, bebês e cenas agradáveis podem ser transferidas para marcas, produtos, estampas de produtos, e assim por diante.”

Skinner – Ciência e comportamento humano 

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 199

“Treinar um soldado é em parte condicionar respostas emocionais. Se retratos do inimigo, sua bandeira etc., forem associados a histórias ou fotografias de atrocidades, uma reação agressiva semelhante provavelmente ocorrerá quando o inimigo for encontrado.”

Skinner – Ciência e comportamento humano 

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 198

“É interessante lembrar o filme Laranja Mecânica, onde Stanley Kubrick faz crítica ao behaviorismo, mostrando o descondicionamento de um indivíduo violento.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 191

“Com Copérnico, o homem deixou de estar no centro do universo. Com Darwin, o homem deixou de ser o centro do reino animal. Com Marx, o homem deixou de ser o centro da história (que aliás, não possui um centro). Com Freud, o homem deixou de ser o centro de si mesmo.”

Eduardo Prado Coelho  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 185

“O indivíduo é fruto da época em que vive, estando subordinado a uma determinada maneira de pensar característica do seu tempo.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 183

“(…) a evolução nada mais é do que a realização, no tempo, daquilo que já existia em forma embrionária e que se desenvolve até alcançar o seu ponto final.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 182

“‘Nenhum grande progresso pode efetivamente se realizar se não tende finalmente para a evidente consolidação da ordem’. Abrindo um parêntese: não estranhe a familiaridade que provoca a menção dos termos ‘Ordem e Progresso’, pois o dístico da nossa bandeira é de inspiração positivista.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires – citando frase de Comte   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 182

“Importante nesse processo é a publicação da Enciclopédia, obra imensa cujos verbetes são confiados a diversos autores: Voltaire, D´Alembert, Diderot, Helvetius.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires – Sobre o Iluminismo   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 177

“(…) enquanto eu queria assim pensar que tudo era falso, cumpria necessariamente que eu, que pensava, fosse alguma coisa. E, notando que esta verdade: eu penso, logo existo, era tão firme e tão certa que todas as mais extravagantes suposições dos céticos não seriam capazes de a abalar, julguei que podia aceitá-la, sem escrúpulo, como o primeiro princípio da filosofia que procurava.”

Descartes – Discurso do método  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 173

“A reverência à Antiguidade, o respeito à autoridade de homens tido como grandes mestres de filosofia e o geral conformismo para com o atual estádio do saber e das coisas descobertas também muito retardaram os homens na senda do progresso das ciências, mantendo-os como que encantados.”

Francis Bacon 

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 172

“Descartes lança mão, entre outras provas, da famosa prova ontológica da existência de Deus. O pensamento desse objeto – Deus – é a ideia de um ser perfeito; se um ser é perfeito, deve ter a perfeição da existência, senão lhe faltaria algo para ser perfeito. Portanto, ele existe.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires   

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 167

🔖 Leia a opinião de Spinoza sobre o mesmo tema (Spinoza foi contemporâneo de Descartes, sendo este último, 36 anos mais velho):