“Crise pode significar o momento criativo em que o antigo equilíbrio desaparece para dar lugar ao novo. Crise pode ser condição de crescimento.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 335

🔖 Leia outras frases abordam o mesmo tema:

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“Conhecer é um processo que não acaba nunca, é uma exploração exaustiva do mundo.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 325

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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“O ponto de partida não deve ser a liberdade individual, mas sim o interesse coletivo. É a partir dele que o comportamento individual se regula. Só assim será possível a efetiva liberdade de cada um, como processo final de uma ação calcada na cooperação, na reciprocidade e no desenvolvimento da noção de responsabilidade e compromisso. Nesse sentido, o outro não é o limite da nossa liberdade, mas a condição para atingi-la.” 

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 322

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

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“(…) a democracia liberal é uma democracia de direito, e não de fato, pois o que ocorre é a elitização do poder: apenas as pessoas que têm propriedade têm poder político. A decorrência é que os homens não são tão iguais assim e, portanto, a ‘liberdade de escolha’ não é tão ‘livre’ quanto se poderia imaginar. Na verdade, as condições de escolha já estão predeterminadas.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 322

“(…) liberdade é pessoal e intransferível, cabe a cada homem decidir sobre o que é melhor para si. Determinar o que é melhor para todos é violar a liberdade de cada um.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 320

“O homem é um ser cultural, pois vive num meio humanizado, isto é, transformado pelo homem. Ao nascer, já encontra uma língua, costumes, moral religião, organização econômica e política, uma história. É a isso que chamamos historicidade, ou seja, homem se encontra sempre situado numa determinada época, numa certa cultura.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 320

“Um grande pintor, tendo feito em algumas sessões o retrato de um freguês, teve que ouvir deste a objeção que o preço exigido era muito alto por algumas horas de trabalho. ‘Algumas horas’, respondeu o artista, ‘mas toda a minha vida’.”

Gusdorf, filósofo francês 

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 318

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

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“A liberdade não é um dom, não é uma dádiva, não é um ponto de partida: é uma árdua tarefa; não é algo que é dado, mas alguma coisa que o home deve conquistar.

A liberdade não é a ausência de obstáculos, mas o desenvolvimento da capacidade de dominá-los e superá-los.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 318

“(…) a liberdade só se torna verdadeira quando acarreta um poder, um domínio do homem sobre a natureza e sobre a sua própria natureza.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 318

“Por mais que eu procure em mim a razão que me determina, mais sinto que eu não tenho nenhuma outra senão apenas a minha vontade: sinto aí claramente minha liberdade, que consiste unicamente em tal escolha. É isto que me faz compreender que sou feito à imagem de Deus.”

Bousset no Tratado sobre o livre-arbítrio  

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 317

“O ressentimento nasce da fraqueza e é nocivo ao fraco. Para o homem nobre, esquecer é uma das condições de manter-se saudável, pois sabe ‘digerir’ suas experiências. O homem ressentido, incapaz de esquecer, é como o dispéptico: fica ‘envenenado’ pela sua inveja e impotência de vingança.”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 310 | Deispéptico: que sofre de dispepsia – Dispepsia: indigestão

“Eu valho muito pouco, sou sincero, dizia o Um ao Zero, no entanto, quanto vales tu? Na prática és tão vazio e inconcludente quanto na matemática. Ao passo que eu, se me coloco a frente de cinco zeros bem iguais a ti, sabes acaso quanto fico? Cem mil, meu caro, nem um tico a menos nem um tico a mais. Questão de números. Aliás é aquilo que sucede com todo ditador que cresce em importância e em valor quanto mais são os zeros a segui-lo.”

Trissula

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 298

“Uma política de natalidade premia os casais de muitos filhos e estimula o retorno da mulher ao lar, exaltando sua função de mãe e de mantenedora da harmonia familiar. Costuma-se dizer que o nazismo reduziu a atividade da mulher a três k – Kirche (Igreja), Küche (cozinha) e Kinder (criança).”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 295

“Outra característica importante do totalitarismo é a concentração de todos os meios de propaganda, a fim de veicular a ideologia oficial dirigida ao ‘homem-massa’, forjando convicções inabaláveis. Isso garante uma forte base de apoio popular. Usa-se geralmente o apelo aos sentimentos, à imaginação, e não ao intelecto. Inúmeros recursos materiais e técnicos são empregados na manipulação da opinião pública, exaltando as criações dos líderes e tecendo deles um perfil psicológico característico da genialidade. Fotografias ampliadas e falas exaltadas completam o culto à personalidade. São feitos desfiles espetaculares, as pessoas cantam músicas especialmente produzidas e recitam slogans. Na verdade, tudo muito próximo a uma mitologia….”

Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires

Livro: Filosofando: Introdução à filosofia (Moderna, 1986) | Autoras: Maria Lúcia de Arruda Aranha e Maria Helena Pires Martins | Página: 294