“(…) perfeição e imperfeição são realmente só modos de pensar, a saber, noções que costumamos forjar por compararmos indivíduos de mesma espécie ou de mesmo gênero; (…).”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 375

“Chamo Servidão à impotência humana para moderar e coibir os afetos; com efeito, o homem submetido aos afetos não é senhor de si, (…).”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 371

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

“A Humildade é a Tristeza que se origina de o homem contemplar sua impotência, ou seja, sua debilidade.”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 351

“Entre a Comiseração e a Misericórdia parece não haver nenhuma diferença, senão talvez que a Comiseração diz respeito a um afeto singular e a Misericórdia ao hábito deste [afeto].”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 349

“Pois, embora nunca possamos estar certos da ocorrência das coisas singulares (…), pode contudo acontecer que não duvidemos da ocorrência delas.”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 347

🔖 Outra citação que expressa a mesma ideia:

“O Escárnio é a Alegria que se origina de imaginarmos que algo que desprezamos está na coisa que odiamos.”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 345

“O Desprezo é a imaginação de uma coisa que toca tão pouco a Mente que esta é levada, pela presença da coisa, a imaginar antes o que não está na própria coisa do que o que está nela.”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 343

“(…) o Desejo é o apetite quanto dele se tem consciência; e o apetite é a própria essência do homem enquanto determinada a fazer algo que serve a sua própria conservação.”

Benedictus de Spinoza

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 339

“(…) somos agitados por causas externas de muitas maneiras e que flutuamos tal qual ondas do mar agitadas por ventos contrários, ignorantes de nosso desenlace e do destino.”

Benedictus de Spinoza 

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 337

Leia outra citação que expressa a mesma ideia a partir de outra analogia:

“Qualquer afeto de cada indivíduo discrepa do afeto de outro tanto quanto a essência de um difere da essência do outro.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 331

“Portanto, quando (…) veneramos um homem por admirarmos sua prudência, fortaleza, etc., isso ocorre (…) porque imaginamos que estas virtudes estão nele singularmente, e não comuns à nossa natureza, (…).”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 327

“O homem não conhece a si próprio senão pelas afecções de seu Corpo e as ideias dela (…).”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 321

🔖 Outra citação de Spinoza que expressa a mesma ideia:

“Um objeto que antes vimos simultaneamente com outros ou que imaginamos nada ter senão o que é comum a muitos, não o contemplaremos por tanto tempo quanto aquele que imaginamos ter algo singular.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 317

“(…) não se dá Esperança sem Medo, nem Medo sem Esperança (…).”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 315

“Qualquer coisa pode ser, por acidente, causa de Esperança ou Medo.”

Benedictus de Spinoza

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 313

🔖 Outra citação que aborda a mesma ideia:

“A Alegria que se origina por imaginarmos a coisa que odiamos destruída ou afetada de outro mal não se origina sem alguma Tristeza do ânimo.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 309

“O Ódio plenamente vencido pelo Amor converte-se em Amor; e por causa disso o Amor é maior do que se o ódio não o tivesse precedido.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 307

“O Ódio é aumentado pelo ódio recíproco e, ao contrário, pode ser apagado pelo amor.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 305

🔖 Veja outras citações que abordam o mesmo tema:

“Por bem entendo aqui todo gênero de Alegria e, além disso, o que quer que conduza a ela, sobretudo o que satisfaz a carência, seja ela qual for. Por mal entendo todo gênero de Tristeza, sobretudo o que frustra a carência. Com efeito, acima (…) mostramos que não desejamos nada porque o julgamos bom, mas, ao contrário, chamamos de bom ao que desejamos; e, consequentemente, denominamos mau aquilo a que temos aversão; (…).”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 299

“Se alguém tiver começado a odiar a coisa amada de tal maneira que o Amor seja plenamente abolido, nutrir-lhe-á, mantidas as mesmas condições, um ódio maior do que se nunca a tivesse amado, e tanto maior quanto maior tenha sido antes o Amor.”

Benedictus de Spinoza  

Livro: Ética – Spinoza (Editora da Universidade de São Paulo, 2021 – Publicado originalmente em 1677) | Autor: Benedictus de Spinoza | Página: 297

🔖 Leia outra frase que exemplifica a ideia de Spinoza: