“Se os erros cometidos fossem penalizantes para nossa adaptação e nossa sobrevivência, a deleção natural teria eliminado quem os cometesse, e os vieses teriam se tornado cada vez mais raros. Acontece que eles são universais, o que sugere o contrário: nossos vieses, ou, para ser mais exato, as heurísticas de que são manifestações ocasionais foram para os nossos antepassados distantes, de geração em geração, fatores de sucesso e adaptação.”

Olivier Sibony   

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Página: 61

O livro “A origem das espécies”, de Charles Darwin, aborda este tema no capítulo VIII – Instinto, páginas 283 a 318.

“(…) a intuição repousa no conhecimento rápido de uma situação já vivenciada e memorizada, mesmo que os ensinamentos não tenham sido formulados de modo consciente.”

Olivier Sibony em referência aos estudos do psicólogo Gary Klein e a observação de Napoleão: “a inspiração em geral não passa de uma reminiscência”   

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Páginas: 44 a 45

“O erro de atribuição nos leva a atribuir o sucesso (ou o fracasso) a uma pessoa e a subestimar o fator das circunstâncias e do acaso.”

Olivier Sibony   

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Página: 42

🔖 Veja outros livros que falam sobre a teoria de atribuição:

…

“Nossa mente é uma maravilhosa máquina de explicação, capaz de atribuir sentido a quase tudo, capaz de engendrar razões para todos os tipos de fenômenos.”

Nassim Nicholas Taleb, autor de A lógica do cisne negro e Antifrágil 

Livro: Você está prestes a cometer um erro terrível: Como lutar contra as armadilhas do pensamento e tomar decisões melhores (Objetiva, 2021) | Autor: Olivier Sibony | Página: 20

“(…), o cérebro humano dá maior peso às experiências negativas do que às positivas.”

Scott Sonenshein  

Livro: Alegria no trabalho – Transforme sua vida profissional com o foco, a organização e a harmonia da mágica da arrumação (Ed. Sextante, 2022) | Autores: Marie Kondo e Scott Sonenshein | Página: 47

“A pose é o sutil movimento que faço com o corpo no intuito de fazê-lo coincidir com a escorregadia imagem que amo e me escapa.”

Rubem Alves 

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 157 – Crônica: “Quem sou?”

“Não vemos o que vemos; vemos o que somos.”

Bernardo Soares 

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 132 – Crônica: “A cegueira” | Bernardo Soares é um dos heterónimos de Fernando Pessoa

“Dor de ideia dói muito. São dores de ideia a ideia de perder o emprego, a ideia de ser feio, a ideia de ser burro, a ideia de que o filho vai morrer num desastre, a ideia de que Deus vai mandá-lo para o inferno, a ideia de que quem você ama vai traí-lo. Dores de ideia são terríveis: causam ansiedade, pânico, insônia, diarreia.”

Rubem Alves   

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 121 – Crônica: “Dor de ideia? Tome filosofia uma vez por dia”

“Aqui retornamos à ideia antiga de loucura, ou seja, não se trata do objeto do discurso e da consciência médica, psiquiátrica e mesmo psicológica, mas dessa experiência trágica que fazia do louco um errante, um porta-voz das verdades insuportáveis, provenientes de um outro mundo, terreno ou transcendental.”

Christian Dunker e Cláudio Thebas  

Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 43

“Para alguns, a psicanálise começou quando uma paciente de Freud, farta das suas sugestões, recomendações e entendimentos disse algo como: ‘Cale a boca e deixe-me falar livremente’. Humildemente, como é próprio daquele que gosta de escutar, ele percebeu que a tal moça estava inventando um novo método, uma nova forma de tratamento baseada na ‘associação livre’ e não na condução coercitiva do que o paciente deve falar ou na obediência às regras de ação para encontrar o bem-estar. Essa paciente, chamada Ana O., batizou o método de cura pela expressão talking cure (a cura pela fala).”

Christian Dunker e Cláudio Thebas  

Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Páginas: 38 a 39

“A verdade sobre nós mesmos é que nós nos enganamos, criamos ilusões, nos orientamos por fantasias e nos deixamos levar por enganos que são apenas respostas à força de nossos desejos.”

Christian Dunker e Cláudio Thebas  

Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 31

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

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“Todos temos o nosso doido no fundo de nós mesmos.”

Fernando Sabino  

Livro: A chave do Enigma (Ed. Record, 2001) | Autor: Fernando Sabino | Página: 210 – Crônica: “A chave do enigma”

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

…

“Existem três tipos de fantasias. O primeiro é a fantasia do prazer: uma espécie de sorvete mental, exclusivamente destinada à fruição, como quando sonhamos de olhos abertos. O segundo tipo de fantasia é a formação intencional de imagens. Essa fantasia é como uma sensação de planejamento. Ela é usada como veículo para nos levar a agir. Todos os sucessos – psicológicos, espirituais, financeiros e criativos – começam com fantasias dessa natureza. E existe ainda o terceiro tipo, aquela fantasia que paralisa tudo. É o tipo de fantasia que impede a ação adequada nos momentos críticos.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 366

“(…) a maioria dos adultos tem agora uma mãe interior, como legado da sua mãe verdadeira. Trata-se de um aspecto da psique que atua e reage de modo idêntico ao da experiência da infância de uma mulher com sua própria mãe. Além do mais, essa mãe interior compõe-se não só da experiência da mãe pessoal mas também de outras figuras maternas das nossas vidas, bem como das imagens da mãe boa e da mãe perversa exibidas pela nossa cultura na época da nossa infância.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 202

“É muito frequente que nos entreguemos à fantasia de que seremos alimentados a partir da natureza profunda, por meio de um caso de amor, um emprego ou de dinheiro, e esperamos que essas rações durem muito tempo. Preferíamos não ter de trabalhar mais. Na realidade, há ocasiões nas quais gostaríamos de receber alimento sem realizar muito. No fundo, sabemos que nada de valor jamais surge dessa maneira. Mas temos esse desejo assim mesmo.”

Clarissa Pinkola Estés

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 162