“(…) do pai a vontade ou o caráter; da mãe, o intelecto; de ambos a constituição física; (…).”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 85 – Metafísica do amor

🔖 Leia outra frase que expressa a mesma ideia:

…

“A observação empírica nos leva a entender que todas as qualidades distintivas dos pais se reencontram na criança procriada e que, assim, superam a morte.”

Arthur Schopenhauer   

Livro: Da morte. Metafísica do Amor. Do sofrimento do Mundo. (Ed. Martin Claret, 2004 – Escrito em 1851) | Autor: Arthur Schopenhauer | Página: 44 – Da morte e sua relação com a indestrutibilidade do nosso ser-em-si

“Deixe que eles participem das decisões sobre prêmios ou consequências – isso ajuda a amadurecer e compromete a criança e os jovens, que aderem mais ao que ajudam a construir (…).”

Tania Zagury   

Livro: Limites sem trauma (Record, 2010 – 1ª edição 2000) | Autora: Tania Zagury | Página: 79

🔖 Leia outras frases que expressam a mesma ideia:

…

“Ao definir um prêmio ou uma recompensa, lembre-se, em primeiro lugar, de que geralmente o que é prêmio para um adulto pode bem ser um castigo para uma criança (e vice-versa).”

Tania Zagury   

Livro: Limites sem trauma (Record, 2010 – 1ª edição 2000) | Autora: Tania Zagury | Página: 72

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema:

…

“Ao criticarmos alguma coisa que a criança fez de forma indevida, devemos fazê-lo com relação ao fato específico e não como se fosse algo inerente ao indivíduo ou a sua personalidade.”

Tania Zagury   

Livro: Limites sem trauma (Record, 2010 – 1ª edição 2000) | Autora: Tania Zagury | Página: 60

“Há uma morte feliz. É aquela que acontece no tempo certo. O rei, transbordante de felicidade pelo nascimento do seu primeiro neto, convidara todos os poetas, gurus e magos do reino a ir ao palácio a fim de escreverem num livro de ouro seus bons desejos para a criança. Um sábio de muito longe, desconhecido, escreveu: ‘Morre o avô, morre o pai, morre o filho…’. O rei, enfurecido, mandou prendê-lo no calabouço. A caminho do calabouço, passou o rei, que o amaldiçoou pelas palavras escritas. O sábio respondeu: ‘Majestade, qual é a maior tristeza de um avô? Não é, porventura, ver morrer seu filho e neto? Qual é a maior tristeza de um pai? Não é, porventura, ver morrer o filho? (…) Felicidade é morrer na ordem certa.”

Rubem Alves

Livro: Palavras para desatar nós (Papirus Editora, 2011 – 8ª Reimpressão 2019) | Autor: Rubem Alves | Página: 28 – Crônica: “Um único momento”

Esta história é repetida no mesmo livro, na página 154 – Crônica: “Tenho medo”

“A diferença entre o consolo e o cuidado e carinho é a seguinte: se você tem uma planta que está doente porque você a mantém num armário escuro e você lhe diz palavras tranquilizadores, isso é consolo. Se você tira a planta do armário e a põe ao sol. Lhe dá algo para beber e depois conversa com ela, isso é cuidado e carinho.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 367

“Quando uma mãe é forçada a escolher entre o filho e a cultura, existe algo de repulsivamente cruel e irrefletido nessa própria cultura. Uma cultura que exija que se prejudique a própria alma para fazer cumprir proibições é na verdade uma cultura muito doente.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 205

“Até mesmo nos nossos dias, as mães ainda encenam os medos bem fundados de séculos de antepassadas. Ser isolada da comunidade significa no mínimo ser ignorada e encarada com suspeita e, na pior das hipóteses, ser acossada e destruída. A mulher que vive num ambiente semelhante irá tentar moldar a filha para que esta aja de modo ‘conveniente’ no mundo objetivo.”

Clarissa Pinkola Estés  

nossa infância.” Clarissa Pinkola Estés  202

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Páginas: 202 a 203

“(…) a maioria dos adultos tem agora uma mãe interior, como legado da sua mãe verdadeira. Trata-se de um aspecto da psique que atua e reage de modo idêntico ao da experiência da infância de uma mulher com sua própria mãe. Além do mais, essa mãe interior compõe-se não só da experiência da mãe pessoal mas também de outras figuras maternas das nossas vidas, bem como das imagens da mãe boa e da mãe perversa exibidas pela nossa cultura na época da nossa infância.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 202

“Sabemos que os relacionamentos às vezes vacilam quando passam do estágio esperançoso para o estágio de encarar o que realmente está preso no anzol. Isso vale tanto para o relacionamento entre a mãe e o bebê de um ano e meio quanto para os pais e o filho adolescente, para as amizades e para os relacionamentos amorosos de uma vida inteira ou ainda muito recentes. A ligação iniciada com toda boa vontade oscila e balança, às vezes até cambaleia, quando o estágio de ‘enamoramento’ se encerra. Depois, em vez da encenação de uma fantasia, começa a sério um relacionamento mais desafiador, e toda a nossa experiência e habilidade precisam ser postas em ação.”

Clarissa Pinkola Estés  

Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 164

“A maternidade consiste principalmente em um transcendente trabalho de merda. Parece contraditório, mas está absolutamente certo. Como é que você pode amar tanto alguém que a deixa fora de si e que faz tantas e tão constantes exigências? Como é que você pode se devotar a uma vocação na qual tem certeza de que será periférica, ou mesmo redundante? Como é que você pode aceitar alegremente a ideia de que você deixou de ser o centro de seu próprio universo?”

Anna Quindlen 

Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 219