“Pátria! Doce nome que o exílio faz compreender!”
Marino Faliero – Lord George Gordon Byron (1788-1920)
Livro: Primeiros Cantos (Autêntica Ed., 1998 – 1ª Edição 1847) | Autor: Gonçalves Dias | Página: 102
“Moldados pela competição e pelo medo, pela oposição entre impotência e onipotência, crescemos vendo no outro um predador sempre à nossa espreita, pronto para abocanhar algo nosso muito precioso: o lugar na fila, a vaga no estacionamento, o posto no emprego.”
Christian Dunker e Cláudio Thebas
Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 157
“A cultura da cooperação desenvolve-se quando percebemos que os recursos são abundantes e estão mal distribuídos ou são tão escassos – e nós tão vulneráveis -, que só conseguimos alcançá-los por um esforço conjunto. Isso aumenta a implicação e a importância proporcional de cada um, porque não estará apenas obedecendo, mas sentindo-se autor conjunto de uma obra coletiva.”
Christian Dunker e Cláudio Thebas
Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Páginas: 156 a 157
“Os antropólogos chamam a condição de alguém que habita essa zona intermediária ou de transição entre duas ou mais culturas de ‘marginal’. Aquela pessoa que nasce em uma cultura, que aprende seus costumes, sua língua e regras e depois disso viaja ou emigra para outro país, outra cidade ou região, torna-se com o tempo um marginal. Ele pertence aos dois mundos, mas não pertence definitivamente a nenhum deles. Quando chega nessa outra cultura, ele pode se adaptar, aprender os costumes e a língua, mas sempre será percebido e se sentirá, em parte, alguém que ‘não é daqui’. (…) Mesmo que regresse à sua cultura original, terá passado tanto tempo fora que perdeu uma parte da história. Fica assim meio deslocado em sua própria família ou cultura de origem. Esse é o marginal.”
Christian Dunker e Cláudio Thebas
Livro: O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas (Ed. Planeta, 2021) | Autores: Christian Dunker e Cláudio Thebas | Página: 33 a 34
“Quando a cultura define detalhadamente no que consiste o sucesso ou a perfeição desejável sob qualquer aspecto – na aparência, na altura, na força, na forma física, no poder aquisitivo, na economia, na masculinidade, na feminilidade, na atitude do bom filho, no bom comportamento, na crença religiosa – existem ditames correspondentes e tendência à avaliação na psique de todos os seus membros.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 201
“No transcorrer dos séculos, várias conquistas de nações por outras nações e conversões religiosas, tanto pacíficas quanto impostas pela força, encobriram ou alteraram a essência original das histórias antigas.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 30
“Da maioria das coletâneas de contos de fadas e mitos hoje existentes foi expurgado tudo que fosse escatológico, sexual, perverso, pré-cristão, feminino, iniciático, ou que se relacionasse com as deusas; que representasse a cura para vários males psicológicos e que desse orientação para alcançar êxtases espirituais.”
Clarissa Pinkola Estés
Livro: Mulheres que correm com os lobos (Editora Rocco, 2018 – publicado originalmente em 1992) | Autor: Clarissa Pinkola Estés | Página: 30
“As histórias apresentadas pela televisão, pela música popular, pelo cinema – e, sim, pelas mensagens comerciais – moldam grande parte da nossa cultura. Gostemos ou não, as mensagens que criamos ou encomendamos afetam a qualidade da consciência nos nossos tempos.”
Margaret Mark e Carol S. Pearson
Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 376
“Precisamos reconhecer que a comunicação comercial, em seus vários disfarces, tornou-se uma forma de arte que influencia profundamente nossa cultura. Pode ser que as pessoas nunca vão a um museu de arte, a um concerto ou ao teatro, ou que nunca leiam um grande poema ou romance, mas todos nós estamos expostos à comunicação do marketing.”
Margaret Mark e Carol S. Pearson
Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 250
“(…) o excesso de conforto é considerado perigoso, porque ‘amolece’ a pessoa.”
Margaret Mark e Carol S. Pearson
Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 115
“Tudo parece perdido, mas então o Herói vem cavalgando pela colina e salva o dia. Embora haja infinitas variações nessa história, em todas elas o herói triunfa sobre o mal, a adversidade ou um grande desafio e, ao fazê-lo, serve de inspiração para todos nós.”
Margaret Mark e Carol S. Pearson
Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 113
“A Starbucks é hoje uma parte tão importante da cultura norte-americana que Magic Johnson está investindo seu dinheiro para abrir lojas em locais como o Harlem e a região sul de Los Angeles, firme na crença de que basta ter uma Starbucks numa área desvalorizada para trazer um maior senso de esperança e mobilidade social ascendente.”
Margaret Mark e Carol S. Pearson
Livro: O herói e o fora-da-lei – Como construir marcas extraordinárias usando o poder dos arquétipos (Ed. Cultrix, 2021 – 1ª Edição 2003) | Autoras: Margaret Mark e Carol S. Pearson | Página: 84
“O que parece verdadeiro pode não ser de fato a verdade ou bom para nós; pode ser apenas conhecido. E, contraditoriamente, o que parece falso talvez não o seja; talvez seja apenas novo.”
Paulo Vieira de Campos
Livro: A estreia do líder – Os primeiros passos na trilha da liderança (Ed. Alta Books, 2017) | Autor: Paulo Vieira de Campos | Página: 131
“A simplicidade e a naturalidade são o objetivo supremo e último da cultura.”
Nietzsche
Livro: Nietzsche para estressados – 99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações (Editora Sextante, 2011) | Autor: Allan Percy | Página: 100
“A maneira mais eficaz de corromper o jovem é ensiná-lo a admirar aqueles que pensam como ele e não os que pensam de forma diferente.”
Nietzsche
Livro: Nietzsche para estressados – 99 doses de filosofia para despertar a mente e combater as preocupações (Editora Sextante, 2011) | Autor: Allan Percy | Página: 36
“Leia, não para contradizer e computar; nem para acreditar e admitir sem verificação; nem para encontrar frases e discursos, mas para pensar e considerar. Alguns livros são para serem provados, outros para serem engolidos, e alguns poucos para serem mastigados e digeridos.”
Francis Bacon
Livro: Caminho para o sucesso (União dos Escoteiros do Brasil, 2007 – Publicado originalmente em 1922) | Autor: Lord Baden-Powell | Página: 151