“Um logotipo é bonito quando tem um design atraente. Um logotipo é bom quando tem êxito.”
Julius Wiedemann
Livro: Logo Design (Ed. Taschen, 2015) | Autor: Julius Wiedemann | Página: 10
“Como acreditamos em marcas, os logotipos são valiosos para nós. Eles representam uma responsabilidade e requerem cuidados especiais. Uma marca corre o risco de ser destruída caso o modo como se comunica com o exterior já não esteja de acordo com a realidade, caso as imagens transmitidas pelo logotipo estejam em contradição com a realidade e com o que é a verdadeira essência da marca. A marca tem de corresponder ao que o logotipo promete.”
Julius Wiedemann
Livro: Logo Design (Ed. Taschen, 2015) | Autor: Julius Wiedemann | Página: 10
“Nossa visão não pode abranger e distinguir muitos detalhes ao mesmo tempo e, portanto, é aconselhável limitar-se a colocar nos anúncios uma média de três elementos motivacionais, pois com cinco ou seis motivos poderia haver dispersão da atenção decorrente da saturação do olhar.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 155
“A cor na embalagem pode atingir o indivíduo em sua necessidade de se alimentar, em seu desejo de possuir saúde ou prestígio, ou personalidade, ou, ainda, o desejo de uma aparência jovem e de pertencimento.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 147
“As crianças têm predileção, facilmente verificável, pela cor chamada ‘pura’, por serem mais ‘chapadas’ e vibrantes. Mas, para os bebês, os médicos recomendam o tom pastel. Em nossa cultura não é tom incomum usar ‘bebê’ para qualificar um determinado tom claro de azul ou rosa. Em consequência, as embalagens dos produtos que se destinam a essas duas fases da vida devem se ajustar, também, a essas suas necessidades psicológicas.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141
“Existem produtos que têm uma íntima relação com a moda. Eles exigem uma renovação mais constante no esquema de cores utilizadas para que não se quebre a conexão que deve existir com o gosto do momento.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141
“Convencionou-se que a cor azul era índice de baixas calorias, baixos teores de açúcar ou mesmo ausência dele. Podemos listar uma grande quantidade de produtos que na sua ‘versão light’ utilizam a cor azul: margarinas, iogurtes, leites, molhos etc. Trata-se portanto, de uma convenção.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 141
“As camadas sociais mais altas tendem ao gosto mais sofisticado, inclinam-se às coisas raras, especialmente quando envolvidas em tonalidades estranhas. O gosto do povo é mais simples, tendendo a uma estabilidade maior e uma resistência mais definida às inovações muito rápidas.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 140
“A especificidade daquilo que será anunciado tem íntima conexão com a cor empregada, quer seja para transmitir a sensação de realidade, quer para causar impacto ou realçar um diferencial.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 116
“A publicidade em função deste enobrecimento do cinza faz uso rotineiro da estratégia de chamá-lo de prata.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 106
“As cores constituem estímulos psicológicos para a sensibilidade humana, influindo no indivíduo, para gostar ou não de algo, para negar ou afirmar, para se abster ou agir.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 96
“Por sua expressividade, a cor tem a capacidade de, mais que qualquer outro elemento, liberar as reservas criativas do indivíduo. Essa liberação é fator decisivo na autoafirmação e autoaceitação (…).”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 93
“Determinadas cores dão sensação de proximidade, outras de distância, da mesma forma que uma pessoa comunicativa, vibrante, mais facilmente se aproxima de nós, enquanto outra parece manter-se à distância por ser de poucas palavras ou sem um sorriso.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 86
“(…) a percepção é um processo. Baseia-se na ação, na probabilidade e na experiência. A imagem que percebemos é um elemento de um processo – o processo de perceber.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 30
“Talvez a nossa cultura esteja nos levando para uma nova civilização visual, como a vivida pelo homem medieval, tão dominado pelo ícone religioso quanto o homem moderno (ou pós-moderno) é dominado pelo ícone publicitário.”
Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos
Livro: Psicodinâmica das cores em comunicação (Ed. Edgard Blücher, 2006) | Autores: Modesto Farina, Clotilde Perez e Dorinho Bastos | Página: 9