“Eu, (…) confundo o verde, o vermelho, o rosa (…), enfim toda as cores a que tenho direito. Depende da incidência da luz e da cor que está por perto, porque as cores são safadinhas, ficam copulando umas com as outras ante os meus olhos perplexos.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 09/06/1985 

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Páginas: 73 a 74

“Daltônico: um sujeito que confunde as cores. O nome vem de Dalton, que em 1794 fez essa espantosa descoberta: algumas pessoas confundem o verde com o vermelho, outras o amarelo com laranja.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 09/06/1985

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 72

“Ainda bem que lhe disseram: – lugar de daltônico é na Aeronáutica, é lá que eles precisam de gente assim, pois o daltônico é capaz de descobrir as camuflagens do exército inimigo.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 09/06/1985

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 72

“Uma vez, (…) estávamos num congresso de escritores em Brasília. Assentados no auditório ouvíamos as doutas palavras que eram ditas no palco onde alguém proclamava as virtudes de um texto literário. A rigor, o texto em questão era a ‘Canção do exílio’, de Gonçalves Dias, que até dez anos atrás todos os brasileiros sabiam de cor, não exatamente por causa da ditadura recente, mas porque era texto que aparecia em todas a antologias escolares.

Quem tem mais de trinta anos e estudou português e não a famigerada comunicação e expressão se lembra dos primeiros versos: Minha terra tem palmeiras / Onde canta o sabiá, / As aves, que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá.”

Affonso Romano de Sant´Anna05/01/1989

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 53

🔖 Leia a Canção do Exilio completa:

“As mudanças, embora difíceis, quando assumidas sadiamente, são um momento de enriquecimento da vida.”

Affonso Romano de Sant´Anna – 05/04/1992  

Livro: Porta de colégio e outras crônicas (Editora Ática, 1997) | Autor: Affonso Romano de Sant´Anna | Página: 28

“Basta entrarmos numa catedral gótica, com seus vitrais e seu espaço interior gigantesco, para sentimos o objetivo principal desse estilo: dar a ideia solene e teatral do sobrenatural, da infinita superioridade de Deus sobre os homens. O belo e o feio, para o homem medieval, correspondem ao bem ou ao mal. O belo agrada a Deus e o feio demonstra a inferioridade do Mundo Terreno sobre o Mundo Celeste.”

Flávio D´Aquino sobre a arte gótica do século XI a XIII  

Livro: Biblioteca Educação é cultura – Artes Plásticas I (Bloch, 1980) | Autor: Flávio D´Aquino | Página: 21

“Através dos seus sindicatos (as guildas), fornece enormes quantias para embelezar suas metrópoles com gigantescas catedrais, como a de Chartres – quase todas dedicadas a Nossa Senhora, cujo culto quase ultrapassava ao de Cristo.”

Flávio D´Aquino sobre a arte gótica do século XI a XIII  

Livro: Biblioteca Educação é cultura – Artes Plásticas I (Bloch, 1980) | Autor: Flávio D´Aquino | Página: 19

“Os temas têm a função de narrar à grande massa analfabeta a história cristã. Por isso, diz-se que a igreja era a Bíblia do Povo.”

Flávio D´Aquino sobre a arte românica do século IX a X  

Livro: Biblioteca Educação é cultura – Artes Plásticas I (Bloch, 1980) | Autor: Flávio D´Aquino | Página: 18

🔖 Leia outra frase que aborda o mesmo tema: