“Chateaubriand, comentando a Idade Média, aponta-lhes as antíteses e contradições: ignorância geral e obras geniais; guerra omnímoda e caridade perfeita; costumes corruptos e sentimentos angélicos; ódios atrozes e poesia divina; heresias e fé ardente; reis de estola e papas de espada.”

Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação)

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 53

“O Imperador Valeriano, apertado por dinheiro, ordenou a confiscação dos objetos preciosos pertencentes à Igreja. Em consequência, o Prefeito Cornélio Seculares mandou intimar São Lourenço, arquidiácono da Igreja romana, a lhos entregar. O santo, porém, prevenido, os havia distribuído aos pobres, dizendo serem os verdadeiros donos. Preso, foi queimado numa grelha a 10 de agosto de 258, (…).”

Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação)

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 42

“Toda a glória de um artista assenta em ciar de matéria tosca as figuras divinas do pensamento a que serve.”

Diogo de Vasconcelos, historiador 

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 31 e 123

“No território das Minas Gerais, a Coroa fez bom negócio com a Igreja, ficando com os recursos dos dízimos, que eram lucrativos, mesmo quando passou a pagar as côngruas dos vigários ou dos párocos encomendados, cujo número foi insuficiente para as necessidades da população. Diogo indicou que os dízimos aumentaram a receita do Estado, na medida em que a sua contrapartida, que eram as despesas com a religião, foi sempre insatisfatória. O leitor é levado a concluir, então, que o Estado foi a causa primária dos emolumentos ‘excessivos’ dos párocos, ou da cobrança ‘odiosa’ aos fiéis, em troca dos serviços pastorais.”

Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação)

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 23 | Côngrua: valor pago ao padre para seu sustento

“As estatuas de bronze e os monumentos de mármore eram os recursos com que os homens contavam para insultarem os nevoeiros da história e atalharem o esquecimento da posteridade. Daqui em diante, porém, reconhecida a insuficiência destes meios, demanda-se a imortalidade mesmo em suas divinas regiões, onde o cinzel imparcial e severo da civilização talha monumentos eternos a seus gênios tutelares.”

Diogo de Vasconcelos, historiador 

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 16

“Considerando que a velha e tradicional cidade mineira não é apenas ‘um museu de igrejas e um panteón de mitras’, mas ainda a Roma de Minas e relicário inestimável de obras artísticas.”

Diogo de Vasconcelos, historiador 

Livro: História da civilização mineira: Bispado de Mariana – Diogo de Vasconcelos; Francisco Eduardo de Andrade e Mariza Guerra de Andrade (coordenação) (Autêntica Editora, 2014) | Página: 14 | Panteón: conjunto de homens ilustres – Mitra: ornamento usado por bispos, cardeais e papas. – Relicário: lugar para guardar relíquias

“Alguns dizem: ‘Deem aos consumidores o que eles querem’. Não é assim que eu penso. Nossa tarefa é descobrir o que eles vão querer antes de quererem. Acho que Henry Ford disse certa vez: ‘Se eu perguntasse aos consumidores o que queriam, eles teriam dito: ‘Um cavalo mais rápido!’’. As pessoas não sabem o que querem até que a gente mostra a elas. É por isso que nunca recorro a pesquisas de mercado. Nossa tarefa é ler coisas que ainda não foram impressas.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 583

🔖 Leia outras citações que expressam a mesma ideia:

“Minha paixão foi construir uma empresa duradoura, onde as pessoas se sentissem incentivadas a fabricar grandes produtos. Tudo o mais era secundário. Claro, foi ótimo ganhar dinheiro, porque era isso que nos permitia fazer grandes produtos. Mas os produtos, não o lucro, eram a motivação.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 583

“Como Steve é muito rápido em dar uma opinião, não lhe mostro as coisas na frente de outras pessoas. Ele podia dizer ‘é uma merda’ e matar a ideia. Acho que ideias são coisas muito frágeis, e a gente tem de ter delicadeza quando elas estão em desenvolvimento. Senti que, se ele desancasse a ideia, seria uma pena, pois eu sabia que ela era muito importante.”

Jony Ive sobre a funcionalidade de multitoque 

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 486

🔖 Leia outras frases que abordam o mesmo tema:

“Na Roma antiga, quando um general vitorioso desfilava pelas ruas, contava a lenda que às vezes um servo ia a seu lado, repetindo-lhe as palavras memento mori, ‘lembras que vais morrer’. Esse lembrete da mortalidade ajudava o herói a manter a perspectiva das coisas e instilava alguma humildade nele.”

Walter Isaacson  

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 478

“Lembrar que vou morrer logo é a ferramenta mais importante que encontrei para me ajudar nas grandes escolhas da vida. Porque quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo do fracasso ou da dificuldade – simplesmente desaparece diante da morte, deixando apenas o que realmente importa. Lembrar que vamos morrer é a melhor maneira que conheço para evitar a armadilha de acharmos que temos algo a perder. Você já está nu. Não há por que não seguir o que dita o coração.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 475

“Uma vez, Alex Haley disse que a melhor maneira de começar um discurso é dizendo ‘Vou lhes contar uma história’. Ninguém gosta de preleções, mas todos adoram uma história. E foi a abordagem que Jobs escolheu. ‘Hoje, quero lhes contar três histórias da minha vida’, foi como ele começou. ‘Só isso. Nada mais. Só três histórias.’”

Walter Isaacson  

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 474

🔖 Leia outras citações que expressam a mesma ideia:

“Meu objetivo sempre foi não só fazer grandes produtos, mas construir grandes empresas.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 461

“Existe uma tentação em nossa era digital de pensar que as ideias podem ser desenvolvidas por e-mail e no iChat. Loucura. A criatividade vem de encontros espontâneos, de conversas aleatórias. A gente encontra alguém por acaso, pergunta o que anda fazendo, diz uau, e logo começa a borbulhar com todo tipo de ideia.”

Steve Jobs 

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 450

“Sou uma das poucas pessoas que sabem que produzir tecnologia requer intuição e criatividade, e que a produção artística exige disciplina de verdade.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 416

“Quando todo mundo estava cortando gastos, decidimos que iríamos investir em nosso caminho durante a crise. Íamos gastar em pesquisa e desenvolvimento, inventar um monte de coisas, de tal modo que, quando a crise acabasse, estaríamos muito à frente de nossos concorrentes.”

Steve Jobs

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 397

“Jobs gostava de contar (…) a história de que tudo que ele fizera direito só tinha ficado bom depois que apertara o botão de rebobinar. Em cada caso, havia descoberto que algo não estava perfeito e precisara refazê-lo.”  

Walter Isaacson  

Livro: Steve Jobs: a biografia (Companhia das Letras, 2011) | Autor: Walter Isaacson | Página: 390