“Ora, há só um modo de escrever a própria essência, é contá-la toda, o bem e o mal.”

Machado de Assis 

Livro: Dom Casmurro (Jardim dos Livros, 2020 – Primeira publicação: 1899) | Autor: Machado de Assis | Página: 97

“(…) nada há mais feio que dar pernas longuíssimas a ideias brevíssimas.”

Machado de Assis 

Livro: Dom Casmurro (Jardim dos Livros, 2020 – Primeira publicação: 1899) | Autor: Machado de Assis | Página: 96

🔖 Leia outra citação que aborda o mesmo tema:

“A alma da gente, como sabes, é uma casa assim disposta, não raro com janelas para todos os lados, muita luz e ar puro. Também as há fechadas e escuras, sem janelas, ou com poucas e gradeadas, à semelhança de conventos e prisões.”

Machado de Assis 

Livro: Dom Casmurro (Jardim dos Livros, 2020 – Primeira publicação: 1899) | Autor: Machado de Assis | Página: 81

“A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de emparcar, as mais delas capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.”

Machado de Assis 

Livro: Dom Casmurro (Jardim dos Livros, 2020 – Primeira publicação: 1899) | Autor: Machado de Assis | Página: 60

“(…), há em cada adolescente um mundo encoberto, um almirante e um sol de outubro.”

Machado de Assis

Livro: Dom Casmurro (Jardim dos Livros, 2020 – Primeira publicação: 1899) | Autor: Machado de Assis | Página: 51

“Não sou de desperdiçar palavras, gosto de falar quando tenho um propósito.”

Luiz Carlos Maldonado

Livro: De vendedor de bananas a Rei da Graxa: a trajetória empreendedora de Luiz Maldonado (Procópio Consultoria Editorial, 2025) | Autor: Luiz Carlos Maldonado | Página: 25

“A vida é um buraco. E viver é ir cavando mais fundo, até que o buraco fica pronto e a gente deita dentro.”

Domingos Pellegrini

Livro: A árvore que dava dinheiro (Ed. Moderna, 1983) | Autor: Domingos Pellegrini | Página: 20

“Quando se ama alguém, ama-se, e quando não se tem mais nada para lhe dar, ainda se lhe dá amor.”

George Orwell

Livro: 1984 (Companhia Editora Nacional, 2004 – Data da primeira publicação: 1949) | Autor: George Orwell | Página: 159

“O fim estava contido no começo.”

George Orwell

Livro: 1984 (Companhia Editora Nacional, 2004 – Data da primeira publicação: 1949) | Autor: George Orwell | Página: 154

🔖Leia outras citações abordam o mesmo tema:

“Dizem que o tempo tudo cura,

Dizem que sempre se pode esquecer,

Mas os sorrisos e lágrimas, anos a fio,

Ainda fazem meu coração sofrer.”

George Orwell

Livro: 1984 (Companhia Editora Nacional, 2004 – Data da primeira publicação: 1949) | Autor: George Orwell | Página: 137

“Ocorreu-lhe que, em momentos de crise, nunca se lutava com um inimigo externo, mas com o próprio organismo.”

George Orwell

Livro: 1984 (Companhia Editora Nacional, 2004 – Data da primeira publicação: 1949) | Autor: George Orwell | Página: 101 | Sobre a incapacidade de agir em situações de perigo.

“Quem controla o passado controla o futuro; quem controla o presente, controla o passado.”

George Orwell

Livro: 1984 (Companhia Editora Nacional, 2004 – Data da primeira publicação: 1949) | Autor: George Orwell | Página: 36

“(…) foi preso e metido em ferros.

Um homem de Leis e de Arte

Foi preso só por ter sonhos

acerca da Liberdade.

Cecília Meireles – Romance I.XXVIII ou de um tal de Alvarenga

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 258 | Alvarenga Peixoto foi um dos Inconfidentes, preso, julgado e condenado a exílio perpétuo em Angola.

“Ai, terras negras d’África,

portos de desespero…

–  quem parte, já vai cativo;

– quem chega, vem por desterro.”

Cecília Meireles – Romance I.XVII ou da África do Setecentos

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 221

“Pobre daquele que sonha

fazer bem – grande ousadia –

quando não passa de Alferes

de cavalaria!”

Cecília Meireles – Romance XXXI ou de Mais Tropeiros

Livro: Romanceiro da Inconfidência (Editora Nova Fronteira, 1989 – Data da primeira publicação 1953) | Autora: Cecília Meireles | Página: 129 | Alferes: patente de oficial abaixo do Tenente, hoje chamado de segundo-tenente. O trecho se refere à Tiradentes.